Como a medida atingiu apenas os tributos e não as multas altíssimas, pelo não recolhimento, a Secretaria de Fazenda está executando os autos de infração. Muitos cartórios terão que recolher cerca de R$ 400 mil, cada, aos cofres municipais.
Os tabeliães alegam que com a crise econômica houve uma grande queda no movimento cartorial; se forem obrigados a dispender esses valores tão altos, a atividade notarial entrará em colapso.
A alíquota dos cartórios era fixa e mensal; depois passou para 5% do movimento e, agora com a nova lei, foi reduzida para 2%.
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