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Trio de Niterói entra em campo e faz a cirurgia da clavícula de Arrascaeta

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Time de peso: Márcio Schiefer, Bruno Tebaldi e Fernando Sassaki operaram o meia Arrascaeta

Três ex-alunos do Instituto Abel, do saudoso irmão Amadeu, os ortopedistas Márcio Schiefer, Bruno Tebaldi e Fernando Sassaki estão na crista da onda da medicina esportiva ao participarem da cirurgia do craque rubro-negro Giorgian de Arrascaeta, realizada nesta quinta-feira (30), no Rio de Janeiro.

O camisa 10 do Flamengo sofreu uma fratura complexa na clavícula direita, com múltiplos fragmentos, após uma queda durante a partida contra o Estudiantes, pela Libertadores. O procedimento cirúrgico foi conduzido com sucesso pela equipe médica formada pelos três especialistas com forte ligação profissional com Niterói, cidade que volta a se destacar nos bastidores do esporte de alto rendimento.

Segundo os médicos, a cirurgia transcorreu sem intercorrências e consistiu na fixação da fratura com placa e parafusos, método adotado para garantir maior estabilidade óssea e permitir uma recuperação mais rápida. A previsão inicial é que Arrascaeta possa retomar os exercícios em cerca de 45 dias, dependendo da evolução clínica e fisioterápica.

A presença de Schiefer, Tebaldi e Sassaki na equipe que cuidou de um dos principais jogadores do futebol brasileiro não é casual. Os três são referências em ortopedia e traumatologia esportiva, com atuação em clubes profissionais, hospitais de ponta e consultórios, especialmente em Niterói e no Rio.

Fernando Sassaki, atual chefe do Departamento Médico do futebol do Flamengo, coordenou o procedimento ao lado de Márcio Schiefer e Bruno Tebaldi, ambos especialistas em cirurgias do complexo do ombro e da clavícula, área diretamente afetada na lesão do atleta uruguaio.

Mais uma vez, Niterói confirma sua tradição como celeiro de grandes médicos, profissionais que se destacam nas mais diversas especialidades, no Brasil e no exterior, unindo formação sólida, excelência técnica e protagonismo em momentos decisivos — inclusive quando o jogo acontece longe dos holofotes do gramado.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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