Naquela época existiam dois salões masculinos que ofereciam esse serviço completo feito por profissionais especializados. Eram o Líder e o Sul América. Este fechou há muito tempo. Ficavam na Rua José Clemente, de onde o Líder se mudou para a Avenida Amaral Peixoto.
A velha província fervilhava de gente. Niterói era a sede do governo estadual, da Assembleia Legislativa, Tribunais de Justiça e de Contas e secretarias estaduais. Prefeitos e empresários que visitavam a capital aproveitavam para aparar o cabelo, a barba ou dar um trato nas unhas. Deputados, magistrados e gente da sociedade eram ssíduos frequentadores.
No final da década de 60 surgiu a figura do cabelereiro masculino. Adib Rachid, que fazia sucesso com seu salão no Edifício Avenida Central, no Rio, abriu uma filial na Pereira da Silva, em Icaraí, e depois na Galeria Paz, no Centro, formando uma geração de profissionais de cabelo masculino, muitos ainda em atividade.
No mundo moderno, o nome agora é Barber Shop (já tem muitos na cidade, principalmente na Zona Sul). O diferencial é que além de barba, cabelo e bigode bem feitos, oferecem aos clientes cervejas importadas, uísque e champanhe, que antes era privilégio nos salões femininos.
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