Depo
Quem foi lá deu com o prédio vazio no início desta tarde de sexta-feira. Não havia ninguém na recepção, nem médicos, nem enfermeiros, nem nada.
Em outro endereço, o do hospital da Amil que fora alugado pela prefeitura para abrigar provisoriamente
E aonde foi parar o pessoal lotado no Mario Monteiro? Segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, ali devem trabalhar 30 médicos clínicos, dez pediatras, cinco cirurgiões gerais, um cirurgião plástico, dois cardiologistas, oito ortopedistas e mais 30 funcionários, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, de laboratório, de radiografia e até uma assistente social. Ao que tudo indica, os 84 receberam uma folga extra hoje.
Este ano, a Fundação Municipal de Saúde chegou a realizar processo de escolha para a contratação de uma organização social de saúde para fazer a gestão do Mario Monteiro. Mas ainda não contratou nenhuma, depois de adiar por mais de uma vez a escolha da OSS. Outro hospital, o Getulinho – que ainda está com o prédio em obras e atende crianças em contêineres – já consumiu mais de R$ 100 milhões dos cofres municipais pagos a organização social Instituto Ideias, nos últimos quatro anos.
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