Mecânicos explicam que o excesso de solventes misturado à gasolina ou ao etanol deixam os motores sem compressão nenhuma. Ao abrirem o motor dos carros afetados verifica-se que os anéis de segmento estão colados, pois ficaram sem pressão para retornar e a sensação era a de que o carro bate pino. É preciso reparar o cabeçote dos motores para o veículo voltar a andar.
A bomba de combustível e as válvulas injetoras são as primeiras peças a serem afetadas pelo combustível com excesso de solvente. A mistura, em contato com o óleo do motor, ainda pode causar danos no sistema de lubrificação.
Mecânicos alertam que, se o combustível estiver adulterado, o funcionamento do motor falha, há um odor muito forte saindo do escapamento ou dificuldade de dar a partida. Outros problemas causados são o derretimento das mangueiras de combustível; entupimento do carburador (no caso dos carros que ainda usam o sistema); bicos injetores comprometidos; corrosão dos pistões; e, em casos mais graves, a perda do motor.
Segundo o site da Agência Nacional do Petróleo, o último registro de fiscalização do órgão em postos de combustível de Niterói é do ano passado. Foram interditados e/ou autuados doze postos na cidade, sendo cinco na Região Oceânica; três no Centro; e um em Pendotiba, Várzea das Moças, Cubango e Barreto.
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