O bar e restaurante que fora o ponto alto da boemia niteroiense na Gavião Peixoto, em Icaraí, apesar dos esforços do proprietário e de seus funcionários, nesse período de resistência no último ano, não voltou a ter o mesmo movimento, mas o aluguel permanecia alto (R$ 30 mil), assim como as contas de luz e água (cerca de R$ 20 mil, cada) subiam cada vez mais.
— A carne, o nosso produto principal, subiu assustadoramente, tal e qual os encargos sociais e impostos. Com isso, não há casa que resista — disse um garçom que trabalhou ali por 25 anos.
Somado a tudo isso, continuou o garçom, “a freguesia estava sumida, uns dizem que foi por causa da crise econômica que atingiu o Estado, atrasando o pagamento dos funcionários, e outros culpam a inseguranca, que afugentou os clientes da noite e da madrugada, que eram o forte de nosso faturamento”.
O Steak durante mais de quatro décadas, foi o ponto da boemia e das confraternizações. Ficou conhecido pela quantidade e variedade de carnes, pela cerveja sempre gelada e por ficar aberto até altas horas.
Com o fim do Steak se encerra um ciclo da história da noite niteroiense, que tinha no bar um lugar onde casais se enamoraram, políticos alinhavaram acordos e empresários fecharam negócios, além de histórias curiosas que aconteciam depois de alguns copos de chope, como a de um cliente que esqueceu as muletas na mesa é só apareceu para buscá-las no dia seguinte.
Agora, provavelmente o Steak dará lugar à décima sexta farmácia da Rua Gavião Peixoto, que já abriga 15 delas entre Miguel de Frias e Otávio Carneiro.
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