A turma assumiu e colocou para escanteio os brizolistas históricos, alijando a turma remanescente de Jorge Roberto Silveira, que com a entrada de Rodrigo Neves no PDT, pediu o afastamento da legenda por tempo indeterminado.
Não é surpreendente para ninguém, porque o governo de Rodrigo Neves nunca perdeu o ranço petista de governar. Sua administração tem 54 órgãos com status de Secretaria, mais do que o dobro de Ministérios do Governo Federal, além de mais de cinco mil cargos comissionados, com mais da metade dos nomeados recebendo sem trabalhar.
As duas mais importantes secretarias, Educação e Saúde, estão entregues a grupos petistas e a outras cinco dezenas foram distribuídas numa sinecura com as mais variadas legendas e a vereadores.
É de se estranhar que Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, deixe acabar em Niterói com o simbolismo do partido fundado por Leonel Brizola. Logo Niterói, cidade que o governador tanto gostava. A legenda está descaracterizada, só faltando agora trocar a flor pedetista pela estrela petista.
Na cidade existem agora o PT 1 e o PT 2. O PDT brizolista, já era.
E quem paga a conta é o pobre do contribuinte, através de um dos IPTUs mais caros do país. Apesar da dinheirama milionária dos royalties do petróleo que enche os cofres do município.
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