O guarda armado, segundo o prefeito, “vai atuar só no asfalto. Nunca vai substituir a PM no enfrentamento da criminalidade, do tráfico de drogas, nem vai substituir a função da Polícia Civil nas investigações do crime organizado”.
Então, se não é para enfrentar o crime, a que fins vai se prestar o armamento da GM? Ainda que os guardas tenham todo o treinamento prometido e que estejam sujeitos a responder à uma corregedoria e tudo o mais, a medida, ao que tudo indica, não passa de uma tentativa do petista em ‘vender’ ao eleitorado uma suposta sensação de segurança.
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