A reabertura da Praça César Tinoco só aconteceu depois que moradores do Ingá e da Boa Viagem passaram um abaixo-assinado cobrando a devolução da área de lazer. No dia 1° de outubro, a pracinha pôde voltar a ser frequentada pelos moradores. Porém, os aparelhos de ginástica usados pela turma da terceira idade não existem mais. Os brinquedos das crianças não inspiram muita segurança. Velhos e desgastados os balanços foram pintados de vermelho. A gangorra está interditada e o playground de madeira está com partes soltas e cordas puídas.
Num pedestal em frente já havia sido “suprimida” uma das placas de bronze que marcavam a reforma da praça feita em 1992 pelo ex-prefeito João Sampaio. A praça também perdeu o busto do poeta Casimiro de Abreu, que sumiu, ninguém sabe, ninguém viu. Há pelo menos cinco anos, o monumento em homenagem ao poeta mais popular do Romantismo brasileiro, vinha sendo furtado. Primeiro, levaram os ornamentos em bronze que envolviam o pedestal de granito, depois as letras da placa. Por fim, o busto inteiro desapareceu.
Casimiro de Abreu, conhecido como o Poeta da Infância, morreu aos 21 anos em 1860. Em 1914 foi homenageado em Niterói com a inauguração de um busto na praça do Ingá. Até 2016, a peça de bronze ainda estava lá, meio maltratada, como mostrou na época o jornal O Globo. Em 2019, a praça foi fechada e virou canteiro de obras. E agora ninguém mais sabe o que aconteceu com o Casimiro dos versos “Oh! que saudades que eu tenho//Da aurora da minha vida,//Da minha infância querida//Que os anos não trazem mais!”
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