A Enel já propôs à UFF providenciar a instalação de um gerador de energia para funcionar por uma semana abastecendo o Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), a fim de dar tempo de ser feita a transferência de pacientes internados para outros hospitais, antes que faça o corte de luz também do Huap, cujas contas atrasadas somam mais de R$ 12 milhões.
Com o prédio da reitoria sem luz, a UFF está, segundo afirma o reitor, “com as funções administrativas prejudicadas, como a titulação de alunos, pagamento das bolsas e de salários dos servidores”.
No manifesto intitulado “Em defesa da Universidade Pública, contra o corte de energia”, Sidney Mello confirma que o MEC repassou cem por cento da verba de custeio para a universidade, mas acrescenta que o orçamento aprovado pelo ministério para este ano é R$ 18 milhões a menos do que o de 2014, ano em que, segundo o reitor, a UFF começou a dever as contas de energia, em dezembro, até dezembro de 2015, resultando no débito de R$ 16,4 milhões.
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