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Niterói perde Luiz Antônio Mello, ícone do jornalismo e da Rádio Maldita

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Luiz Antonio Mello em entrevista sobre a criação da Rádio Maldita / Foto: A Tribuna

Niterói perdeu uma figura competente, alegre e querida, o jornalista, radialista e escritor Luiz Antônio Mello,  o LAM, aos 70 anos, na tarde desta quarta-feira (30. Querido amigo e colaborador da Coluna, Mello deixa um legado inestimável para o jornalismo, a cultura e a música brasileira.

Apaixonado por Niterói, pelo rock e pelo jornalismo, Luiz Antônio iniciou sua trajetória profissional em 1971, no Jornal de Icaraí. No ano seguinte, ingressou na Rádio Federal e, ao longo dos anos, passou por grandes veículos como Rádio Tupi e Jornal do Brasil.  Atualmente era um dos editores de A Tribuna. Em 1981, participou da fundação da icônica Fluminense FM, a Rádio Maldita, que se tornou um marco na difusão do rock nacional e internacional no Brasil.

Seu compromisso com a comunicação e a música o levou a atuar em importantes jornais e revistas, como O Pasquim, Movimento, Estadão e O Fluminense, além de trabalhar como consultor e produtor da Rádio Cult FM. Como escritor, publicou diversos livros sobre a história do rock, consolidando seu papel como uma referência no cenário musical e jornalístico.

No ano passado, Luiz Antonio foi representado no cinema, no filme “Aumenta que é rock’n’roll”, pelo ator Johnny Massaro. A produção do diretor Tomás Portella conta o período em que Luiz e alguns amigos assumiram a direção da Fluminense FM.

Na tarde de hoje, no Hospital Icaraí, onde se recuperava de uma pancreatite, sofreu uma parada cardíaca. Sua partida representa uma grande perda para o jornalismo e para a cultura brasileira, deixando saudades entre colegas, amigos e admiradores.

Que seu legado continue a inspirar gerações de comunicadores e amantes da música.  Vai fazer muita falta e a Coluna do Gilson se solidariza com familiares e amigos neste momento de dor e saudade.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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