Com sua cabeleira branca, sentado atrás de uma mesa no fundo do cartório, Libotte recebia com fidalguia e prestimosidade as pessoas que precisavam dos serviços cartorários, só interrompendo ultimamente, com sua doença e sua morte, com velório no domingo e cremação na próxima quinta-feira, no Parque da Colina.
– Era um escrivão que mantinha a fidalguia das antigas, honrando e prestigiando os advogados da cidade – disse Claudio Vianna, presidente da OAB Niterói.
Bacharel em Direito, Libotte passou em primeiro lugar no primeiro concurso para o Tabelionato no Estado do Rio de Janeiro, se instalando na Rua da Conceição, onde lavrou milhares de escrituras.
— Era um escrivão de uma perfeição e correição elogiadas por todos os colegas e advogados, durante os últimos 46 anos – disse o advogado Vargas Vila.
Libotte deixa um casal de filhos e um exemplo a ser seguido por todos os notários. Foi o último delegatário de Niterói, nomeado antes da fusão dos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara.
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