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Coluna do LAM

Minha volta ao Rádio FM 11 anos depois

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Após 11 anos, volto ao Rádio FM. Com muita satisfação, alegria e empenho. Essa semana estreou meu programa “Torpedos de Itaipu” na Rádio Oceânica FM, aqui de Niterói, que semana passada instalou novos transmissores e torre. O programa vai ao ar as quartas e domingos, sempre às 10 da noite.

O áudio está perfeito, pegando muito bem na Região Oceânica: Itaipu, Itacoatiara, Campo Belo, Piratininga, Camboinhas, Praia do Sossego, Engenho do Mato, Jacaré, Jardim Imbuí, Maravista, Santo Antonio, Serra Grande, Cafubá e arredores. Basta sintonizar 105,9.

Mas quem não vive na R.O. o programa está à disposição de todo o planeta na internet em www.oceanicafm.radio.br . A programação da rádio é ótima, inusitada, diferenciada. Agradeço a Marcos Bezerra de Menezes, Milton Almeida e André Borges pela acolhida.

Convidado por Ricardo Boechat, fui da equipe que implantou a Rádio Bandnews FM no Rio, em 2005  deixei a emissora (onde fui muito feliz) em 2006. Passei a me dedicar a outros trabalhos na área de cultura e comunicação e há dois anos fiz dois programas na radio Cult FM que vai ao ar na internet.

Todo mundo diz que “rádio é uma cachaça”, um vício e tal. Comecei aos 16 anos como programador na Rádio Federal de Niterói, uma as pioneiras em rock no Brasil, onde fui chefiado por três figuras que se tornaram lendárias: Marcos Kilzer, Jorge Davidson e Carlos Siegelman. Fiquei na Federal até o projeto rock acabar e fui para outras, maiores, culminando na Rádio Jornal do Brasil AM, a mais conceituada e respeitada em jornalismo no Brasil, onde fiquei muitos anos até sair para me dedicar ao projeto de implantação da Rádio Fluminense FM, no final de 1981.

Aprendi muito novo que rádio não é só música, não é só informação. Um profissional de rádio tem que conhecer muito bem música, bom jornalismo, boa locução, boas vinhetas, boa sinergia entre os horários e ter noções bem sólidas de tecnologia de transmissão. Ou seja, conhecer samba, por exemplo, não significa que o sujeito vá se tornar um bom executivo de uma rádio de samba. Ao contrário. É melhor um bom executivo de rádio que não conhece o gênero, mas que saiba escolher equipe e os especialistas, no caso em samba.

Até hoje não sei se eu não deixei o rádio ou o rádio não me deixou. Quando entrei na Rádio Fluminense no final de 1981 para formar a excelente equipe que em 1º de março de 1982 pôs no ar a mítica Maldita, percebi que minha paixão já tinha virado amor. Eterno. Gilson Monteiro, pai desta coluna, na época diretor do grupo que era dono da rádio, foi fundamental para o “projeto Maldita” nascer. Gilson, Dr. Alberto Torres e Ephrem Amora.

Todos os leitores aqui da Coluna do Gilson estão convidados. Domingo e quarta-feira, 22 horas, programa “Torpedos de Itaipu”, na Rádio Oceânica FM em 105,9 MHZ (para quem está na R.O.) e www.oceanicafm.radio.br para ser ouvida em todo planeta.

Espero todos lá.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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