O problema de superlotação no hospital mantido pela Universidade Federal Fluminense (UFF) não é novidade. Em maio de 2016, o Huap fechou 47 leitos da enfermaria alegando falta de funcionários. Com isso, os doentes que precisam ser internados ficam na emergência, em cadeiras e macas nos corredores. A maioria deles tem mais de 60 anos e sofre doenças crônicas de alta complexidade, como cardiopatias e câncer, necessitando de internações periódicas.
A contratação pela UFF em abril de 2016 da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que tanta polêmica gerou no meio universitário, até hoje não disse a que veio. O contrato prevê, entre outras responsabilidades da Ebserh, manter “a força de trabalho do hospital adequada ao bom funcionamento dos serviços”, e também “administrar com ética e transparência” e “desenvolver gestão qualificada e moderna no hospital”.
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