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Coluna do LAM

Eleições domingo que vem. Niterói exige e merece os melhores

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A história do Ocidente deu um cavalo de pau, sofreu uma mudança radical nos últimos anos. Cansados de desculpas esfarrapadas e surfando na revolução da comunicação (com o protagonismo da internet), Europa, Estados Unidos e claro, o Brasil, e Niterói, decidiram usar o voto para fazer justiça, lutar contra a corrupção, contra a falta de ética, aumentar a oferta de empregos, melhorar a economia, manter a inflação controlada, melhorar saúde, educação, mobilidade, meio ambiente.

Domingo que vem teremos, a meu ver, a mais importante das eleições: para prefeito e vereadores. O nosso voto vai revelar para quem vamos entregar a nossa Niterói nos próximos quatro anos a partir de 1º. de janeiro.

Além do prefeito, vamos escolher os 21 vereadores que ocupam a Câmara Municipal. Para alegria dos espertos a eleição para vereador é subestimada, como se este parlamentar fosse um mero zero a esquerda. Soube de uma pesquisa que aponta que a maioria em Niterói ainda não tem um candidato a Câmara.

Bom lembrar que TUDO que um prefeito faz de bom para a cidade, os vereadores aprovaram. TUDO que o prefeito faz de pior também contou com o sinal verde da Câmara. Nada, ou pouco o prefeito pode fazer se os vereadores não derem o OK. Em outras palavras, se por um absurdo exemplo um prefeito mandar explodir a Pedra de Itapuca para construir um edifício no lugar, os vereadores deixaram, foram cúmplices.

São nove candidatos a prefeito cujas ideias, projetos, opiniões, tem ganhado amplo espaço na mídia profissional. Com o apoio da internet também não é difícil saber quem é quem. É  só dar um Google ou assistir aos debates que são transmitidos pelo Facebook, Instagram e outras redes. Do celular o eleitor tem acesso a biografia de todos.

Na eleição de 2016, 288.209 niteroienses foram votar. Votos brancos, nulos e abstenções tiraram segundo lugar no resultado final com 45,04%, um índice altíssimo. O que se espera é que, vendo exemplos do que acontece por aí (nem sempre bons exemplos) os niteroienses concordem que votar é fazer acontecer.

E não adianta reclamar depois porque eleição não tem Procon.

Luiz Antonio Mello

Jornalista, radialista e escritor, fundador da rádio Fluminense FM (A Maldita). Trabalhou na Rádio e no Jornal do Brasil, no Pasquim, Movimento, Estadão e O Fluminense, além das rádios Manchete e Band News. É consultor e produtor da Rádio Cult FM. Profissional eclético e autor de vários livros sobre a história do rádio e do rock and roll.

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