Na semana passada, a irmã provincial Cristina D’Abruzzo, madre superiora da Irmandade de São Vicente de Paulo, falou com o provedor Paulo Sad que precisava transferir as freiras do colégio de Niterói para o hospital da associação religiosa, na Tijuca, Rio de Janeiro.
A grande preocupação dos pais de alunos é que, com a saída dessas religiosas, possa diminuir o número de alunos do colégio e atingir em cheio o projeto social que é mantido pela irmandade com o trabalho das quatro, através de uma creche, ambulatório médico e apoio à formação religiosa de crianças e jovens.
Um clínico geral, um pediatra, um ginecologista e um endocrinologista, além de enfermeiras e dois dentistas atendem os mais necessitados no ambulatório do São Vicente. Uma farmacêutica cuida do dispensário que recebe amostras fornecidas por médicos que conhecem o trabalho da instituição e a creche comunitária acolhe cerca de 400 crianças o dia inteiro, do maternal até o quarto ano do fundamental. Além disso, o colégio também tem alunos bolsistas.
Dom Alano, arcebispo emérito de Niterói, na missa que celebrou na capela do colégio disse que “para Deus nada é impossível, temos que acreditar no poder da oração”, se referindo à permanência das quatro freiras.
Na foto aparecem três das quatro irmãs que atuam no São Vicente: Irmã Cristina, Irmã Angela e Irmã Bernadete, todas com muitos anos de dedicação à caridade na instituição fundada por ordem de Dom Pedro II, há 167 anos em Niterói.
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