A Niterói em que eu gostaria de morar, agora quando ela completa 450 anos, era aquela que já foi a primeira em qualidade de vida e que gozava da alta estima de sua população. Só que as coisas têm mudado de ano para ano.
Com a Prefeitura arrecadando R$ 5,8 bilhões, é inconcebível e triste a gente ver que a maioria dessa grana não é gasta em projetos essenciais para benefício e melhoria de vida dos niteroienses.
Gostaria que o Governo Municipal oferecesse uma saúde digna a quem procura o Médico de Família, o Posto de Saude, a Emergência ou o hospital público. Infelizmente, o que se vê hoje é o estado deplorável das instalações da rede de saúde, onde falta de tudo um pouco, desde o remédio, enfermeiros, pessoal de apoio e até médicos.
Queria que na educação os alunos recebessem ensino de qualidade e merenda saudáveis, em vez de assistir os colégios dispensando os estudantes mais cedo porque falta gás na cozinha para preparar o almoço ou que a merenda deles seja apenas biscoito com água.
Gostaria que Governo tivesse gente capaz de tentar pelo menos encontrar soluções para minorar o sofrimento de quem chega todos os dias a Niterói pela ponte Costa e Silva com destino à Zona Sul e perde invariavelmente um tempo enorme nos engarrafamentos da Jansen de Mello, Marques do Paraná e daí por diante. O mesmo acontece na Alameda São Boaventura, na Zona Norte.
Nos fins de semana e feriados outras áreas como a Região Oceânica, ficam intransitáveis com os moradores não podendo receber visitas ou sair de casa. Ir à praia deixou de ser prazer para virar sacrifício.
Que os passageiros encontrassem um transporte público de qualidade, sem precisar ficar esperando por horas, em abrigos desconfortáveis, a chegada do ônibus, nem que à noite esses desaparecessem.
Imagino ver as pessoas andando pelas calçadas sem buracos, tranquilamente e sem serem incomodadas por moradores de ruas ocupando as marquises das principais ruas e praças de Niterói.
Com um contingente enorme de idosos, queria ver a cidade preparada para receber a terceira idade sem muito risco; e que os deficientes tivessem acessos especiais em todos os lugares.
Os contribuintes que pagam um dos IPTUS mais caros do país em uma cidade que recebe R$ 2,3 bilhões de royalties do petróleo não estão sendo muito exigentes.
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