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Rio do Ouro na fronteira do crime

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A violência está insuportável em todos os lugares de Niterói e de São Gonçalo. Os moradores da região de Rio do Ouro, situada entre os dois municípios, já não aguentam tantos roubos de carros, de motocicletas e a pedestres. Seus bairros têm ruas que de um lado pertencem a Niterói e de outro a São Gonçalo. Por isso as vítimas têm dificuldade para registrar alguma ocorrência policial, pois a 75ª DP muitas vezes empurra a vítima para fazer a queixa em uma delegacia gonçalense mais distante.

Com a facilidade de fuga dos bandidos tanto para um lado quanto para o outro, tem aumentado muito ali a atuação da bandidagem que fortemente armada age a qualquer hora do dia e da noite nesses bairros proletários. Outro complicador é que com contingentes pequenos, tanto o 12° Batalhão (de Niterói) quanto o 7° Batalhão da Polícia Militar (São Gonçalo) fazem um jogo de empurra na área.

Moradores se queixam de que não há policiais nem viaturas fazendo ronda na região. O Engenho do Roçado, situado dentro dos limites de São Gonçalo, onde a violência está maior desde quando bandidos do Rio se estabeleceram em comunidades do município, já apelaram para o 7° BPM instalar um DPO, mas através do Facebook o comando do batalhão respondeu laconicamente o seguinte:

“Criação de novos postos de policiamento fixo carecem de um estudo técnico, mas se a comunidade desejar, e houver uma demanda que justifique, um pedido formal pode ser encaminhado a nossa Unidade ou diretamente ao Comando de Policiamento de área (4° CPA) em Niterói, que a análise será providenciada”.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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