Eduardo Paes justificou que são os prefeitos quem estão mais próximos das pessoas e sabem como devem enfrentar a pandemia. “Ninguém aqui é alarmista, ninguém deixa de se preocupar com a economia, com o emprego”, disse Paes, acrescentando que as medidas mais duras são necessárias para conter a evolução dos casos de Covid nas duas cidades.
O prefeito do Rio fez, ainda, críticas veladas ao governador em exercício do Estado do Rio, Claudio Castro, por ele pretender manter abertas atividades não essenciais. Eduardo Paes alertou a população carioca e niteroiense para não considerar as medidas restritivas como um feriadão de lazer. “Chamaria o período como de preservação da vida, não de feriado”, disse Paes.
Segundo secretários de saúde das duas cidades, as medidas restritivas estão sendo decretadas pelos dois municípios diante do aumento de casos, óbitos, atendimentos hospitalares e utilização de leitos da rede pública.
“Houve a iniciativa do governador de apresentar um decreto e nós vamos apresentar um conjunto de medidas que estarão nos dois decretos. Os decretos não são idênticos, mas trazem uma sinergia, uma combinação de ações que vão manter o equilíbrio e uma estratégia de combate a Covid. Estamos vivendo talvez o momento mais crítico desta pandemia. As coisas estão acontecendo muito rápido. Hoje nós já estamos em uma situação muito diferente da última quinta feira”, disse Grael.
O secretário de saúde de Niterói, Rodrigo Oliveira, disse que, em três dias, a cidade passou de 56% para acima dos 90% de ocupação de UTI em hospitais particulares. Na rede SUS, a ocupação era de 86% nesta segunda.
O secretário de saúde do Rio, Daniel Soranz, disse que o ideal é que as restrições fossem coordenadas pelo governo estadual, mas, na ausência de entendimento nesse sentido, os municípios decretaram as medidas.
Os planos do Rio e Niterói de anunciar medidas mais restritivas para conter o avanço da Covid, não são compactuados pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Apesar de anunciar que o estado terá um “superferiado” de 10 dias a partir da próxima sexta-feira (26) e até o Domingo de Páscoa (4), o governado Cláudio Castro disse que os municípios não vão poder mandar fechar bares e restaurantes durante o período.
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