(atualização em 23/08)
À tarde, diretores de hospitais de Niterói e São Gonçalo se reuniram com o presidente do sindicato da categoria econômica, Aécio Nanci Filho, no Hospital Icaraí para tomar uma posição sobre a decisão da Leste Fluminense. Segundo Nanci, com a suspensão os hospitais teriam seu faturamento reduzido em 40 por cento. Depois de receberem um telefonema do presidente Alan Onofre, convidando-os para uma reunião quarta-feira, na cooperativa, adiaram uma tomada de posição.
William Galvão, membro do conselho provisório da Unimed Rio disse hoje haver recebido com surpresa a notícia de suspensão do atendimento por parte da Unimed Leste Fluminense. Afirmou que na semana passada foram quitados 50 por cento do pagamento devido à Leste Fluminense.
Galvão acrescentou que “a Leste Fluminense foi notificada pela Unimed do Brasil por descumprir as normas do manual de intercâmbio ao iniciar essa paralisação”.
A Unimed Rio, que está sob intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para solucionar sua crise financeira, teve o conselho de administração destituído por uma assembleia extraordinária realizada dia 28 de julho. O conselho provisório marcou eleição para a escolha dos novos dirigentes da sociedade de médicos cariocas para esta terça-feira.
Por sua vez, Alan Onofre, presidente do conselho de administração da Leste Fluminense, disse ter sido procurado pelo promotor Augusto Nunes, representante do grupo da promotoria pública que monitora o plano de recuperação da Unimed Rio junto à ANS, a fim de falar sobre a suspensão de atendimento.
— Nesta ocasião, em vista da eleição do novo Conselho de Administração daquela singular, que será realizada amanhã, nos foi solicitado que aguardássemos até a próxima semana para tomar a decisão a respeito de qualquer medida suspensiva. Nesse ínterim, ele se propôs a mediar um acordo para equacionamento da dívida pendente, através de reunião a ser agendada no decorrer desta semana, tão logo tenha conhecimento dos representantes eleitos da Unimed Rio. Dessa maneira, revogamos, até segunda ordem, a orientação anterior sobre a suspensão do atendimento aos beneficiários da Unimed Rio – acrescentou Onofre no comunicado feito aos cooperados.
O importante neste imbróglio é que não se esqueçam de que os médicos e hospitais cooperados das Unimed, tanto a carioca quanto a Leste Fluminense, não são empregados nem simples prestadores de serviços, mas sim os membros de uma sociedade cooperativa com direito a dividir suas sobras (lucros) bem como repartir entre eles os déficits (prejuízos) que se verifiquem em seus balanços. Já os beneficiários (clientes dos planos) que pagam para manter cada uma dessas Unimed é que não devem ser penalizados com a recusa de atendimento médico.
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