O pracinha se orgulhava tanto do feito e da bravura histórica dos expedicionários brasileiros na Itália, que se apresentava com o quepe usado na Segunda Guerra Mundial. Vestia um terno azul-marinho ostentando as medalhas conquistadas pela sua atuação nos campos de batalha.
Em Niterói, Ary Vasconcellos lutou para que fosse reconstituída a placa de bronze roubada da Praça do Expedicionário, em São Francisco. A peça registrava os nomes dos pracinhas niteroienses que lutaram contra o nazifascismo na Itália. Mas nesta batalha, o valente soldado foi vencido pela desconsideração da prefeitura e não obteve sucesso.
Ary pertencia ao Regimento Arariboia, de São Gonçalo. Foi convocado para integrar a tropa do Regimento Sampaio que seguia para a Itália. Sua missão era a de comandar o pelotão que liderou o grupo de combate no ataque vitorioso ao Monte Castello, em 1945.
Os filhos gêmeos do bravo militar do Exército, coronéis Sérgio e Marcos Costa Vasconcellos, seguiram a carreira influenciados pelo pai, já o terceiro, Cláudio, é engenheiro civil.
Ele recebeu por atos de bravura a cruz da primeira e segunda classe, além das medalhas de Guerra e de Campanha.
Como se observa, a terra de Arariboia é rica de personagens e heróis que engrandecem e orgulham Niterói em todos os tempos, até na guerra.
Descanse em paz.
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