Eles formam um grupo fechado de 50 confrades profissionais das mais diversas atividades como empresários, médicos, engenheiros, esportistas, músicos, dentistas e advogados. A maioria se conheceu no Queijão do Trevo, que não existe mais, degustando vinhos queijos e salames em torno de uma mesa.
A ideia inicial foi a de realizarem almoços temáticos, quatro por ano. Um chef sueco serviu pratos da Escandinávia, mas sem os ingredientes originais que ficaram retidos na Alfândega. Ele se virou com os temperos brasileiros. Depois, veio um norte-americano, especialista em carnes, que serviu as mais variadas partes do boi, com molhos incríveis. Chegou a vez de um cubano, que além de preparar os pratos do país de Fidel Castro, era um craque em charutos, que trouxe na mala para servir aos confrades.
Um mexicano, com seus pratos bem temperados, ainda teve tempo de preparar drinques exclusivos com a Tequila que trouxe de seu país.
Outros almoços, como o árabe, francês, italiano, a feijoada brasileira, comida japonesa, e alemã deixam até hoje os confrades com água na boca, como lembra João Lucas Pinheiro, primeiro presidente da Confraria, que não tem sede e nem estatuto, mas onde é proibido discutir, política, futebol e falar mal de alguém.
O principal objetivo da Confraria do Queijão é brindar a vida com paz e alegria.
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