No próximo domingo, o Botafogo poderá conquistar mais um título no Brasileirão. Por isso, a Coluna lembra do craque niteroiense José Maria, que brilhou na década de 60. Ele merece todas as homenagens por seu exemplo de profissionalismo e talento nato para o esporte.
Com aparência de artista de cinema, José Maria, 1,86m de altura, loiro e de olhos azuis, já era observado como possível galã. Suas habilidades no basquetebol o levaram a ser convocado para a seleção do Estado do Rio de Janeiro aos 18 anos. Em uma partida em Volta Redonda, marcou 32 pontos, o que lhe rendeu um convite para jogar em Franca (SP), cidade que vivia o auge do esporte da cesta.
Tinha também o traquejo perfeito nas pernas, por isso sua mania de fazer embaixadinha nos intervalos dos treinos de basquete no ginásio Caio Martins chamou a atenção do treinador Zezé Moreira, que o levou para jogar no profissional do Canto do Rio, seu primeiro time de futebol.
Não demorou muito tempo para o Canto do Rio enfrentar o Botafogo. José Maria, num esforço acima do limite, conseguiu em algumas jogadas desarmar o imbatível Garrincha. Depois desse desempenho, o Botafogo o contratou para jogar ao lado de alguns dos maiores craques da história do futebol brasileiro, que tinha Zagallo, Nilton Santos, Garrincha Didi, Amarildo, Quarentinha e Manga. José Maria foi bicampeão carioca de 61 e 62.
Muitos botafoguenses relembram da imbatível dupla de zagueiros Nilton Santos e José Maria, esse com sua habilidade barrando muitas vezes as investidas de Pelé nos clássicos com o Santos. Pendurou as chuteiras no time Baltimore, nos Estados Unidos. Depois trabalhou por 14 anos no Estaleiro Mauá, onde se aposentou.
Com 85 anos e morando por uma vida inteira no bairro do Fonseca, onde é muito festejado nas ruas pelos vizinhos, além de ser admirado na terra de Arariboia pelo seu comportamento ético e espírito esportivo, sempre calçou as chuteiras da fama com simplicidade e humildade.
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