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Agentes de trânsito de Niterói passaram a ‘canetar’ motoristas sem ir para a rua

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Agentes de trânsito de Niterói começaram nesta quarta-feira (21/4) a ‘canetar’ motoristas sem precisar ir com o talão de multa para as ruas. Agora os guardas ficam de olho nas telas do Centro de Controle Operacional (CCO), em Piratininga. Carros flagrados em estacionamento proibido, fila dupla, fazendo conversões proibidas ou circulando em faixas exclusivas de ônibus serão multados online.

O sistema começou a ser implantado há seis anos, ao custo de R$ 21 milhões para aquisição e instalação de 212 câmeras. Apesar do monitoramento, o trânsito continua sendo um dos piores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, até hoje.

Leia mais: Niterói bate recorde com multas de trânsito aplicadas durante a pandemia

As câmeras milionárias deveriam permitir maior fluidez do tráfego, segundo a propaganda da Prefeitura de Niterói. Controlariam o tempo dos semáforos para serem abertos ou fechados remotamente por um operador do CCO.

Hoje, também estão instaladas no túnel Charitas-Cafubá. Agora vão ser usadas para a autuação de infrações que não exijam um sistema metrológico,  como os “pardais”, que registram a velocidade dos veículos.

Ao contrário dos “pardais”, que andam sumidos de Niterói, o sistema de videomonitoramento não necessita de aferição do Inmetro nem de aviso sobre a localização das câmeras.

Segundo o subsecretário de Transporte e Trânsito de Niterói, Murillo Moreira, o videomonitoramento vai melhorar o trabalho dos agentes de trânsito da cidade. “O uso das câmeras para fiscalização possibilita ampliar a área a ser monitorada, otimizar a atuação dos agentes de trânsito nas ruas, aumentar a disponibilidade destes profissionais em todas as regiões da cidade e assim garantir mais eficiência e eficácia na gestão do trânsito da cidade”. Resumindo: a produtividade da chamada indústria da multa vai crescer em Niterói.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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