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Morre fundador da Amil e do CHN

Escrito por Gilson Monteiro às 16:18 do dia 14 de fevereiro de 2017
Sobre: Obituário
14fev

O médico e empresário Edson de Godoy Bueno, fundador do Grupo Amil, morreu na manhã desta terça-feira (14) em Búzios, na Região dos Lagos do Rio. Ele era chairman do UnitedHealth Group para a América Latina e membro de seu Conselho desde 2012, quando associou-se à organização que é proprietária do Centro Hospitalar de Niterói (CHN), em plena expansão na cidade  e que poderá disponibilizar 450 leitos a partir do primeiro trimestre de 2017, tornando-se o maior conglomerado de saúde da região Leste Fluminense.

Edson Bueno, de 73 anos, teve um infarto fulminante e chegou morto ao Hospital Municipal Rodolpho Perissé. O empresário passou mal quando jogava tênis na quadra de sua casa, em Baía Formosa. Segundo médicos que o acompanhavam, ele era cardiopata e já havia passado por uma angioplastia. Está sendo velado no Colégio Brasileiro de Cirurgiões e o sepultamento está marcado para as 15 horas, no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Nota de falecimento
A empresa que comprou a operadora de planos de saúde fundada por Edson divulgou uma nota de falecimento no início da tarde desta terça-feira:

“O UnitedHealthGroup Brasil informa, com extremo pesar, o falecimento do fundador do Grupo Amil, Edson Bueno, na manhã de hoje, no município de Búzios, no estado do Rio de Janeiro. O médico, de 73 anos, veio a óbito em decorrência de um infarto agudo.
Edson Bueno ocupava a posição de Chairman do UnitedHealth Group para a América Latina e era membro de seu Conselho desde 2012, quando associou-se à organização. Durante esses quatro anos, teve papel imprescindível na sua reorganização e na escolha das novas lideranças. A companhia compartilha o pesar de sua família – esposa, filhos e netos –, dos inúmeros amigos e dos 32 mil colaboradores que tiveram a oportunidade de trabalhar com ele.”

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Gilson Monteiro
Gilson Monteiro
Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.
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