O comunicado da CCZ começa afirmando que “a raiva é uma doença que pode afetar tanto os animais mamíferos como os humanos”. Acrescenta que, “apesar de controlada em Niterói em cães e gatos há muitos anos, ainda persiste nos animais silvestres, como ocorre em todo o Brasil”.
A nota prossegue recomendando atenção dos moradores de São Francisco para: “a necessidade de manter seus cães e gatos vacinados contra a raiva”; e que “caso avistem algum morcego no chão, vivo ou morto, avisem imediatamente ao CCZ pelo telefone (21)2625-8441”. Alerta também para que ninguém tente pegar o morcego nem deixem cães e gatos terem contato com o animal.
A vacinação de cães e gatos deve ser feita anualmente. Em Niterói, fora da época de campanha, a FMS oferece vacinação diariamente, em horário comercial, no Campo de São Bento e no Horto do Barreto.
Por fim, a nota da CCZ afirma que não quer “trazer desespero à população, mas sim deixa-la ciente da situação”. Adverte, ainda, que os morcegos não devem ser perseguidos, maltratados ou mortos, “o que poderia configurar crime ambiental”, já que são animais da fauna silvestre e importantes para o equilíbrio do ambiente.
Segundo o Ministério da Saúde, de 2010 a 2017 foram registrados 25 casos de raiva humana no país. Do total, nove tiveram o cão como o animal agressor, oito por morcegos, quatro por primatas, três por felinos e em um deles não foi possível identificar o animal transmissor do vírus rábico.
A raiva é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais.
O Ministério da Saúde recomenda que, no caso de agressão por parte de algum animal, a assistência médica deve ser procurada o mais rápido possível. Quanto ao ferimento, deve-se lavar abundantemente com água e sabão e aplicar produto antisséptico.
O esquema de profilaxia da raiva humana deve ser prescrito pelo médico ou enfermeiro, que avaliará o caso indicando a aplicação de vacina e/ou soro.
Nos casos de agressão por cães e gatos, quando possível, observar o animal por 10 dias para ver se ele manifesta doença ou morre. Caso o animal adoeça, desapareça ou morra nesse período, informar o serviço de saúde imediatamente.
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