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Vans escolares, sem alunos para transportar, pedem ajuda em Niterói

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Parados desde março e sem nenhuma perspectiva de retorno às atividades, os transportadores escolares fazem um apelo público ao prefeito Rodrigo Neves, para que mantenha a continuidade do auxílio emergencial até dezembro, no valor de R$500,00.

Eles recebiam junto com os taxistas, que retornaram às atividades e a ajuda foi suspensa. Em abaixo-assinado feito pela internet (clique aqui) apresentam suas reivindicações ao prefeito de Niterói.

Veronica Backx entregou no gabinete do prefeito a lista de reivindicações dos 155 transportadores escolares de Niterói. Ela trabalha há 22 anos na Região Oceânica, transportando alunos do Colégio Salesiano e de outros.

Ela lembra que Rodrigo Neves anunciou um programa para ajudar as escolas, no qual deveria incluir também os transportadores, “pois esses são os mais necessitados”.

– Temos despesas enormes para manter o serviço escolar. Além do seguro obrigatório do veículo, temos que fazer seguro particular, seguro para cada estudante transportado, vistoria de tacógrafo (R$ 520), e a manutenção permanente do carro. Muitos transportadores não aguentaram os meses parados e estão vendendo seus veículos – disse Veronica Backx.

A categoria autônoma, reivindica também ser incluída na linha de crédito do Programa Niterói Supera para pagarem o financiamento dos veículos.

Pedem também que a Prefeitura não exija na vistoria de 2021, o certificado de segurança veicular do Inmetro, para veículos com idade superior há dez anos, pelo alto custo do documento.

Justificam no ofício que, com as aulas suspensas, deixaram de receber pelo transporte de alunos.

A situação é dramática e muitos permissionários estão sendo obrigados a vender seus veículos para sobreviver ou pagar o financiamento do veículo.

Esses profissionais que transportam alunos com segurança, responsabilidade e carinho, para tranquilidade de pais e responsáveis, prestam um serviço de fundamental importância, merecendo por isso a atenção das autoridades municipais.

– Não podemos correr o risco de surgirem motoristas fazendo o transporte escolar ilegal, que ponha em risco a vida dos estudantes – diz a mãe de um aluno.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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