O valão aberto há uns dez anos para escoar melhor a água da chuva na Rua Nilo Peçanha, no Ingá, hoje é o retrato do abandono de Niterói pela administração municipal. Coberta por um mata-burro de ferro já corroído pelo tempo, a vala está cheia de terra e mato entupindo a canalização, e praticamente perdeu a finalidade de drenar águas pluviais. É só chover um pouco mais para a Rua Nilo Peçanha e outras, como a Presidente Pedreira, virarem um rio, inundando casas e lojas.
Há vinte dias, depois que caminhões pesados transportando material de obra para o Palácio do Ingá afundaram as placas de ferro que recobrem o valão, a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos apareceu para fazer um remendo meia boca. Soldou sobre a grade afundada uma nova placa metálica, mas esta já está se soltando e afundando também.
Para acessar a obra nos fundos do Palácio do Ingá, caminhões entram na travessa Dr Almir Guimarães. Além de causarem danos à cobertura do valão que fica na esquina com Nilo Peçanha, um deles arrebentou a rede de fibra ótica da Vivo, que cruzava a via na altura do número 37.
Moradores reclamam que, apesar de seus insistentes pedidos, tanto a prefeitura quanto a Vivo não lhes atende, deixando os serviços que fornecem se deteriorarem cada dia mais.
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