— Se antes, sofremos bastante com o barulho ensurdecedor das máquinas e dos caminhões, a poeira, pedras que atingiam até a parte alta, e o fechamento de caminhos que davam acesso às casas, agora vivem em pânico, aflitos, principalmente nos dias de chuva, porque fomos alertados de que se uma casa desabar, as outras vão junto. Temos saído de casa nessas ocasiões — disse um morador.
O prefeito Rodrigo Neves prometeu, antes de começar as obras, que desapropriaria as casas ou faria uma reforma total e estrutural, mas até agora ninguém da Prefeitura cumpre a promessa, desconversando sempre, quer sejam técnicos da Emusa ou da Secretaria de Assistência Social. Respondem, apenas, que o prefeito vai assinar um decreto de desapropriação dos imóveis.
Do lado da Região Oceânica, são os moradores e principalmente os comerciantes que estão sofrendo com as obras da Transoceânica, muitos tendo que fechar as portas depois de amargar meses a fio de prejuízo, por falta de acesso às suas lojas ou pelos constantes engarrafamentos que infernizam a vida de todo o mundo.
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