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	<title>Arquivos Desordem pública - Coluna do Gilson</title>
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	<description>Notícias - Niterói de verdade</description>
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	<title>Arquivos Desordem pública - Coluna do Gilson</title>
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		<title>Engarrafamento de pedestres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Antonio Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2019 11:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna do LAM]]></category>
		<category><![CDATA[Desordem pública]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/pedestre-moto.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-10716 alignleft" src="http://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/pedestre-moto.jpg" alt="moto na calçada" width="600" height="300" srcset="https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/pedestre-moto.jpg 600w, https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/pedestre-moto-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a>Encontrei Candinha ali na Padaria Colonial, Miguel de Frias com Moreira Cesar, onde tomo café com pão na chapa. Leitores, sempre sábios leitores, me deram a dica e de fato a Colonial é show. Ar condicionado super (fundamental), atendimento educado, carinho, boa tarde, boa noite, bom dia, por favor, preços justos, enfim, não é à toa que a tradicionalíssima padaria vive lotada. Que bom.</p>
<p>Quando éramos adolescentes Candinha entregava marmitas (quentinhas da época) que a mãe dele fazia. Rodava de 10 da manhã as duas da tarde de bicicleta por Icaraí e Ingá distribuindo e, algumas vezes, nós íamos com ele, dividindo a carga. Cortejo de bicicletas coloridas.</p>
<p>Candinha estudou, fez faculdade (UFF) de filosofia, mestrado, é professor convidado em Stanford, dá aulas&#8230;Bom, eu senti o carinhoso tapa nas costas e uma voz meio conhecida “fala, Tônio, há quanto tempo!”, virei e, no ato, rebati “Cândido, que bom de ver”. E ele “Cândido é o cacete (rsrssrs) sou o Candinha de sempre” e emendou “esse café eu pago”.</p>
<p>Sentou e falamos durante três horas curtindo os comentários dele “huummm, delícia de pão na chapa, boa dica”. Percebi que já era noite, hora da Colonial fechar mas, gentis, os garçons nos acalmavam, “tudo bem, ainda tem gente&#8230;”. O assunto era nosso amor- paixão – cega &#8211; faca molada por Niterói e o congestionamento das calçadas.</p>
<p>Candinha contou que ficou tão chocado com o engarrafamento de alpinistas no Monte Everest (meses atrás) que fez uma palestra a respeito, mas ressaltou que o mais grave é o congestionamento de pedestres nas cidades em geral e em Niterói em particular.</p>
<p>Comentei que saindo do túnel Charitas-Cafubá em um Uber, o motorista perguntava “para que gastar um dinheirão em calçadas tão largas num lugar tão vazio?”, referindo-se a saída do túnel. Tentei argumentar que a gestão pública tem que pensar adiante, mais a frente, acompanhando o crescimento populacional para que exemplos lastimáveis como o Centro de Niterói, Icaraí, Ingá, Santa Rosa, São Francisco não se repitam.</p>
<p>Candinha, então, deu um gole no café e emendou: “ infelizmente o clientelismo e o populismo da política vão deixar que toda aquela área vire uma extensão do Preventório, mas enfim&#8230; bem, não gosto de citar exemplo de fora, pode parecer petulância, mas na maioria das cidades dos EUA calçada é sagrada. Em Nova Iorque até há uma saturação de pedestres em algumas áreas, mas se um infeliz subir de moto ou bicicleta em menos de quatro horas estará sentado em frente a um juiz (eleito pelo povo, mandato de quatro anos) e vai sair de lá sem as calças com o tamanho da multa”.</p>
<p>Pensei nas pinguelas em que se transformaram algumas calçadas. Por exemplo, pedestres que tentam caminhar pela calçada do lado direito da Gavião Peixoto entre Miguel de Frias e Lopes Trovão, a todo o instante tem que fazer zigue zague pela rua. Barracas de camelôs, entregadores de panfletos, triciclos de entregas de supermercados, serviços de alto falantes, motos, bicicletas, tornam a vida do pedestre um inferno.</p>
<p>A calçada ali tem, na melhor das hipóteses, 60 anos de idade e além de continuar estreita, os prédios foram construídos sem recuo. Ao longo do tempo os gestores públicos ignoraram o crescimento populacional, além de manterem a permissividade em relação a ocupação irregular que tira espaço de quem é mais importante em uma sociedade: as pessoas.</p>
<p>Candinha acha que “a questão mais grave do mundo civilizado hoje é o meio ambiente e em segundo, quase empatado, está a ordem pública”. Disse ainda: “O que é público é sagrado nos países civilizados, mas por aqui ainda se justifica lambanças com o argumento de que ‘a calçada é pública` ou ´a praia é pública`, isso aqui é ´serviço público`, como se tudo que é ´público´, ao invés de sagrado, seja esculhambado, casa da mãe joana.”</p>
<p>Lembramos que o responsável pela manutenção das calçadas é o cidadão. Uma Lei até justa, mas o cidadão que vê calçadas ocupadas com filas intermináveis de grandes barracas de camelôs, bancas de jornais, quiosques de chaveiros, cachorros fazendo xixi e cocô enquanto os donos fazem cara de paisagem com razão pensa “não vou gastar com a minha calçada se o poder público nada faz para defendê-la”. Candinha: “quase fui atropelado na estreitíssima calçada (dar nome de calçada aquilo é deboche) que faz esquina de Gavião Peixoto com Pereira da Silva. Ali tem um bar que simplesmente enche a calçada já estreita de mesinhas altas onde a clientela bebe cerveja, frita churrasquinho e os pedestres tem que ir para a rua. Numa dessas um ônibus quase me pegou”.</p>
<p>“Repito: a ordem pública deve ser a prioridade de qualquer cidade, condado, estado, país”, emenda Candinha. “Claro que eu sei que o camelô está ali porque precisa, mas é errado o poder público autorizar sem antes construir um recuo para ele; ao ver que um bar avançar em cima da calçada não tem jeito, tem que multar, tem que fazer gestão, tem que defender a cidade.</p>
<p>“É comum vermos por aqui calçadas invadidas por bares e restaurantes que ocupam vários metros quadrados de área pública fingindo que querem imitar os cafés de Paris. Ora, Paris tem 1070 anos e fica no berço da civilização que ditou que tudo é “do povo, para o povo, pelo povo”. Logo, os cafés de lá ficam em áreas planejadas e não atrapalham a vida das pessoas”.</p>
<p>Tivemos que terminar a conversa em pé na esquina porque a padaria teve que fechar, é lógico. Passou uma viatura do “Niterói Presente” e ambos elogiamos as “necessárias ações municipais pontuais, específicas e muito eficazes em todo o mundo em defesa da segurança pública.”</p>
<p>Candinha roda pelo mundo mas sempre volta para casa em Camboinhas “um bairro que deveria servir de modelo para Niterói. Mas não e à toa. A Associação de Moradores de lá joga pesado com todo mundo (<a href="http://soprecam.com.br/">http://soprecam.com.br/</a> ), com os próprios moradores, com o poder público, com os visitantes. Se amolecer vira baderna, vira Praia de Itaipu, Prainha de Piratininga e outros horrores.”</p>
<p>Outro bairro que no passado foi um exemplo foi São Francisco. “A população unida mandava lá. Lembro bem, anos 80, o seu Tarquínio (Cláudio Tarquínio) com sua paixão e resistência foi o grande responsável pelo bairro não ser engolido pela especulação imobiliária” lembrei.</p>
<p>Candinha rebateu: “Infelizmente a coisa relaxou por lá mas ainda conta com a resistência do Centro Comunitário (<a href="https://bit.ly/2TxIIxZ">https://bit.ly/2TxIIxZ</a>) e o S.O.S. São Francisco no Facebook ( <a href="https://bit.ly/2ET3YpS">https://bit.ly/2ET3YpS</a> ). Icaraí? Existe associação de moradores? Se existe, onde está, o que faz? E os outros bairros como Santa Rosa, Fonseca, Cubango, Centro? Sabemos que as tais secretarias regionais são meros cabides de emprego, mas poderiam estar funcionando muito mais e melhor se a pressão da população fosse mais intensa”.</p>
<p>Ainda há muito o que falar sobre o poder dos vizinhos, das vilas, das cidades. Alguém duvida?</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; ###</p>
<p>@ Utilidade pública. Quer saber quanto e como gastam os nossos deputados federais? Clique aqui: <a href="https://bit.ly/2IoXgM6">https://bit.ly/2IoXgM6</a> . Quer saber o mesmo de nossos deputados estuais? Clique aqui: <a href="https://bit.ly/2IFLZET">https://bit.ly/2IFLZET</a> . Gastos dos nossos senadores, clique aqui: <a href="https://bit.ly/313LcUD">https://bit.ly/313LcUD</a> . STF, clique aqui: <a href="https://bit.ly/2IEAnSp">https://bit.ly/2IEAnSp</a>&nbsp; Gastos da Prefeitura de Niterói, clique aqui: <a href="https://bit.ly/2BfFulz">https://bit.ly/2BfFulz</a> Gastos da Câmara de Vereadores de Niterói: não encontramos.</p>
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		<title>O pedestre que se dane</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Antonio Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Oct 2017 11:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna do LAM]]></category>
		<category><![CDATA[Desordem pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luiz Antonio Mello escreve: "Não é um drama exclusivo de Niterói. No Rio do bispo Crivella, na São Paulo do janota Dória e em muitas outras cidades o pedestre vive no porão da cadeia alimentar, falta de respeito e consideração do poder público. Em Niterói, quem tenta caminhar pelo centro da cidade" [...] </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/rua-conceicao.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6340" src="http://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/rua-conceicao.jpg" alt="" width="600" height="284" srcset="https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/rua-conceicao.jpg 740w, https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/rua-conceicao-300x142.jpg 300w, https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/rua-conceicao-624x295.jpg 624w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a>Não é um drama exclusivo de Niterói. No Rio do bispo Crivella, na São Paulo do janota Dória e em muitas outras cidades o pedestre vive no porão da cadeia alimentar, falta de respeito e consideração do poder público.</p>
<p>Em Niterói, quem tenta caminhar pelo centro da cidade sente, literalmente nos calos, a desordem pública, apesar de existir uma secretaria ironicamente chamada de “Ordem Pública”. Em muitos pontos as calçadas são estreitas pinguelas onde os pedestres acrobatas tentam se equilibrar para não cair na rua e ser massacrados pelos ônibus que, também por causa da desordem urbana, voam em alta velocidade sempre colados no meio fio.</p>
<p>Na rua da Conceição, a vocação circense do niteroiense se manifesta num esburacado trampolim, chamado de calçada, nas imediações da rua Luiz Leopoldo Fernandes Pinheiro onde tem que se andar em fila indiana. Cansado, decide atravessar na faixa de pedestres que existe na esquina. Quer dizer, faixa de pedestres que está apagada, mas na base da intuição e do instinto o pedestre localiza.</p>
<p>Sabe aquele inteligente cronômetro que mostra quantos segundos faltam para o sinal fechar? Pois é, ali e em muitos outros sinais na cidade, ele não funciona. Por isso, já vi idosas e idosos não conseguirem atravessar a tempo parando no meio da via. Ônibus, carros, táxis, ninguém respeita, tiram finos do cidadão e ainda os xingam. A desordem pública é aliada da grosseria e do egoísmo, novos ingredientes de novos niteroienses (a cidade não era assim) que tem no coice sua principal característica.</p>
<p>Na avenida Amaral Peixoto, o pedestre disputa espaço com mendigos, moradores de rua, ladrões, vadios, cocô de cachorro, carrocinha disso e daquilo, comércio clandestino, pombo cagando na cabeça, é um vale tudo. Tem gente que afirma que a Amaral Peixoto já foi a Wall Street de Niterói mas hoje muito lembra as vielas dos subúrbios de Islamabad, no Paquistão. Imaginem a situação na rua Visconde de Rio Branco onde até urubu se recusa a pousar.</p>
<p>Em Icaraí a situação do pedestre consegue ser pior. Desgraças a desordem pública, moto boys sobem e descem das calçadas quase passando por cima de carrinhos de bebê, idosos, gente comum. Atrás deles vem as bicicletas, que também na campanha “pedestre que se dane”, se acham donas do mundo e ai daquele que não sair da frente.</p>
<p>As bancas de jornais foram colocadas no meio das calçadas, na maior cara de pau, inviabilizando, completamente a passagem de um cadeirante. E tome coice. Em Icaraí também cresce a população de mendigos dormindo (onde?) nas calçadas, pedintes (onde?), nas calçadas, batedores de celular (onde?), nas calçadas, cachorros fazendo coco (onde?) triciclos de entregas de supermercado em alta velocidade (onde?), botequins invadindo o espaço (onde?) e essa ladeira só tem descida.</p>
<p>A manutenção das calçadas é responsabilidade do cidadão, uma lei cabotina. Cidadão que, em Niterói, paga um dos IPTUs mais caros do Brasil, leva uma facada mensal na conta de luz por conta de uma taxa de iluminação pública que não é usada em iluminação pública e ainda corre risco de vida caminhando (onde?) na calçada que, segundo a lei, além de aturar os desmandos da desordem pública, obriga a enfiar a mão no bolso e bancar a manutenção.</p>
<p>Por falta de espaço não falei das “calçadas” do Ingá, Santa Rosa, São Francisco, Cubango, Fonseca, Barreto&#8230;</p>
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		<title>A rua do vale tudo em Niterói</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilberto Fontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2017 13:41:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desordem pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das vias de ligação do Centro à Zona Sul de Niterói, acumula todo o tipo de desordem urbana em cerca de trezentos metros de extensão [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/morro-estado.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-5567" src="http://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/morro-estado.jpg" alt="" width="600" height="270" srcset="https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/morro-estado.jpg 600w, https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/morro-estado-300x135.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a>A Eduardo Luiz Gomes, uma rua que juntamente com a Moacir Padilha liga o Centro à Zona Sul de Niterói, acumula todo o tipo de desordem urbana. Na rua do vale tudo flanelinhas fazem motoristas estacionar irregularmente nos dois lados da pista estreita, no trecho entre o Niterói Shopping e a rampa de acesso à Quinze de Novembro. Dali em diante, são moradores do Morro do Estado que param seus carros na rua que concentra o maior número de bares e biroscas da cidade. São quinze, ao todo, em um espaço de trezentos metros de extensão.</p>
<p>Qualidade de vida somente no discurso de políticos fanfarrões que ali colhem votos para se eleger e logo cedo se esquecem do povo sofrido da favela, que se vira como pode, largado à própria sorte pelo poder público.</p>
<p>Quando ainda eram poucos os carros de moradores do Morro do Estado, uma secretária municipal chegou a anunciar um projeto para construção de uma garagem para atender à comunidade. Hoje, com tantos carros estacionados na Eduardo Luiz Gomes, mais o movimento frequente de caminhões que entregam bebidas para as biroscas, o trânsito só consegue funcionar de manhã ao início da noite&nbsp;em esquema informal de ‘pare e siga’, já que em vários pontos sobra espaço apenas para um carro subir ou descer a rua.</p>
<p>Durante as manhãs, mais de uma dezena de táxis fica estacionada entre a esquina da Rua Araújo Pimenta e a Fagundes Varela, afunilando também a Rua Moacir Padilha no acesso a Icaraí e ao Ingá.</p>
<p>O passeio público é tomado por mesas e até balcões de alvenaria em frente a algumas das 15 biroscas. Dois “lava-jatos” ajudam a tumultuar o trânsito e, mais recentemente, o morador de uma casa em frente a Quinze de Novembro levantou pilotis e ocupou a calçada fazendo um puxadinho para servir de garagem a seu Fusca. Pedestres obrigados a andar pelo asfalto se arriscam em meio ao trânsito.</p>
<p>Tão zelosa em fazer cumprir o Código de Trânsito Brasileiro, rebocando carros estacionados em local proibido, a microempresa individual Zaplog Serviços e Transportes em Geral, ao que tudo indica, não ousa prestar seus serviços à prefeitura na Rua Eduardo Luiz Gomes.</p>
<p>Fiscais de obras e de posturas são outros que não dão as caras na rua do vale tudo. A Secretaria de Ordem Pública também não aparece com seus guardas municipais, nem a Secretaria de Fazenda fiscaliza a proliferação do comércio informal.</p>
<p>De dois em dois anos, porém, durante as campanhas eleitorais não faltam cartazes de candidatos a prefeito, vereador, deputado, governador e até presidente da República. Nessas horas sobram promessas políticas nunca cumpridas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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