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	<title>Arquivos Cidades no escuro - Coluna do Gilson</title>
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	<description>Notícias - Niterói de verdade</description>
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		<title>Enel não liga para o consumidor; seu negócio é fazer euros para a Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilson Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 19:03:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cidades no escuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentenças, multas de R$ 20 mil por falta de atendimento e protestos de rua não evitam de a Enel deixar cidades no escuro. Apesar de acionada na Justiça do Estado do Rio de Janeiro e estar condenada ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais, a empresa estatal italiana Enel continua deixando no escuro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="450" src="https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/fios-emaranhados-nos-postes.jpg" alt="Fios e cabos emaranhados nos postes da Enel, Niterói" class="wp-image-20212" style="width:550px" srcset="https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/fios-emaranhados-nos-postes.jpg 700w, https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/fios-emaranhados-nos-postes-300x193.jpg 300w, https://colunadogilson.com.br/cac/wp-content/uploads/fios-emaranhados-nos-postes-624x401.jpg 624w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Emaranhado de fios e cabos retrata a falta de manutenção da rede de energia elétrica pela Enel e de fiscalização da prefeitura</strong></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="texto-post-1">Sentenças, multas de R$ 20 mil por falta de atendimento e protestos de rua não evitam de a Enel deixar cidades no escuro. Apesar de acionada na Justiça do Estado do Rio de Janeiro e estar condenada ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais, a empresa estatal italiana Enel continua deixando no escuro Niterói e todas as cidades a que ela serve.</p>



<p class="texto-post-1">A Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do Núcleo Niterói abriu nesta segunda-feira (20), um procedimento administrativo para apurar o descaso da concessionária de energia Enel, em relação à demora nos reparos na rede elétrica que deixou diversos bairros da cidade sem luz, nos últimos dias.</p>



<p class="texto-post-1">Em São Gonçalo, com mais de 40 por cento dos bairros sem energia elétrica, a prefeitura entrou domingo com ação civil pública contra a Enel. A Procuradoria Geral do município apresentou pedido de tutela de urgência para obrigar a concessionária a restabelecer totalmente a energia no prazo máximo de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 1 milhão.</p>



<p class="texto-post-1">Em Petrópolis, a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva requereu, também hoje (20), junto ao plantão Judiciário, que a Enel reestabeleça o fornecimento de luz em até quatro horas, a contar do recebimento da notificação da decisão. O MP ainda requer que a empresa seja multada em R$ 10 mil por unidade afetada pela falta de energia.</p>



<p class="texto-post-1">Atualmente tramita no Superior Tribunal de Justiça recurso impetrado contra a decisão da 8ª Vara Cível de Niterói, que condenou a então empresa Ampla (controlada pelo Grupo Enel) à obrigação de restabelecer a energia elétrica, quando a interrupção do fornecimento não tiver ocorrido por culpa do consumidor, no prazo razoável de, no máximo, seis horas, nas áreas urbanas. No caso das áreas rurais, o prazo máximo previsto é de nove horas, sob pena de multa de R$ 20 mil, por cada descumprimento.</p>



<p class="texto-post-1">Nessa mesma ação, o MP ainda obteve a condenação da empresa para efetuar o pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor de R$ 200 mil, corrigido monetariamente e com incidência de juros de mora de 1% ao mês a contar da citação.</p>



<p class="texto-post-1">Em resposta aos protestos de consumidores, a Enel está veiculando pela televisão e através de e-mail para os clientes, um comunicado dizendo ter “aumentado o número de equipes em campo”, mas que precisa “construir algumas redes de novo” e que “isso é uma operação de alta complexidade”. O pedido de paciência aos consumidores não faz muito sentido, pois desde quando a empresa italiana Enel assumiu a concessão de distribuição de energia no Estado do Rio, em São Paulo e no Ceará, pouco ela fez para manter sua rede operante.</p>



<h3 class="wp-block-heading texto-post-1"><strong>Cortando custos</strong></h3>



<p class="texto-post-1" id="texto-post-1">Logo após os italianos comprarem a Ampla em novembro de 2016, a Enel dispensou centenas de funcionários experientes e relegou a um terceiro plano os serviços de manutenção da rede e de atendimento de emergências. Agora com o governo de Giorgia Meloni na Itália, a ordem é para a empresa cortar cada vez mais custos, para mandar cada vez mais euros para o país.</p>



<p class="texto-post-1" id="texto-post-1">O Ministério da Economia italiano possui 23,6% da Enel, uma empresa de economia mista controlada pelo estado, seu maior acionista. No Brasil, ela comprou a Ampla, ficando há sete anos responsável pela distribuição de energia elétrica em Niterói e mais 62 municípios fluminenses. Em 2018, comprou a Eletropaulo, em São Paulo, e, em seguida, a Coelce, no Ceará. Hoje, os italianos tentam vender principalmente a empresa cearense, que lhes causa maiores prejuízos.</p>



<p class="texto-post-1" id="texto-post-1">Além da Enel, outras 33 empresas estatais controladas pelo Ministério da Economia da Itália estão incluídas num plano do ministro Giancarlo Giorgetti para repatriação de euros para ajudar o governo a reduzir o déficit fiscal do país, previsto em 5,3% este ano.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="texto-post-1"><strong>Empurrando com a barriga</strong></h3>



<p class="texto-post-1">Assim, com a entrada em cena dos grandes eventos climáticos adversos, além de muita chuva, raios e trovões os consumidores brasileiros passaram a ficar sujeitos à incapacidade de a Enel reparar a energia elétrica após temporais e ventanias.</p>



<p class="texto-post-1">Em Niterói, a Ampla empurrou com a barriga a obrigatoriedade legal de instalar redes subterrâneas, em substituição aos postes mais sujeitos a interrupções no fornecimento de energia. Sem manutenção como toda a rede de um modo geral, postes carregados de cabos de telefonia e de dados enfeiam a cidade e alguns deles vêm caindo sobre carros e casas.</p>



<p class="texto-post-1">Em fins de 2016, a Enel prometera melhorar em cinco anos a distribuição de energia. Hoje, no entanto, o que se vê é a falta de capacidade da concessionária para religar a luz depois dos cada vez mais frequentes acidentes em sua rede, independentemente da ocorrência de grandes tempestades. Basta uma chuvinha qualquer para acontecer o blecaute.</p>



<p class="texto-post-1">Um engenheiro aposentado que conhece o ritual da área de cor e salteado, diz que o maior absurdo foi a Enel entregar na mão de terceiros o serviço de atendimento das reclamações dos clientes. Antes era feito por experientes e competentes engenheiros e técnicos da empresa.</p>



<p class="texto-post-1">Quem entende, basta olhar para cima e ver a quantidade de espaçadores da rede compactada quebrados. Por isso, com qualquer vento mais forte, um cabo de energia encosta no outro e provoca curto-circuito, apagando tudo.</p>



<p class="texto-post-1">Outro agravante da qualidade da rede de distribuição, segundo o engenheiro, é a falta de disciplina no uso dos postes da Enel. Empresas de telefonia, TVs a cabo e de internet fazem um emaranhado de fios. Isto acaba prejudicando a integridade dos cabos de energia elétrica.</p>



<p class="texto-post-1">Nesse caso, a culpa é tripla: da Enel, que ganha com o aluguel dos postes, mas não disciplina o uso; das prefeituras, que não fiscalizam; e das empresas usuárias dos postes, que promovem a bagunça generalizada, muitas vezes instalando novos cabos sem retirar os fora de uso.</p>



<p class="texto-post-1">Agora, depois dos italianos terem deixado São Paulo, a maior cidade do país, em um breu total, prejudicando mais de meio milhão de consumidores, Niterói pergunta o que será da pobre terra de Arariboia.</p>
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