As tarifas de ônibus não pesam somente no bolso dos passageiros, mas também no do empregador e da dona de casa, que têm que desembolsar o vale transporte.
O MP de Niterói deveria adotar o mesmo procedimento do Rio, entrando com uma ação para verificar as planilhas aprovadas pela prefeitura para justificar o cálculo da tarifa de R$ 3,90 que aumenta o caixa das empresas que formam os dois consórcios de transporte no município, pois ninguém entende por que o niteroiense é obrigado a pagar a maior passagem de ônibus do país por percursos curtíssimos.
Dou quatro exemplos, do Centro a São Domingos, ao Ingá, à Boa Viagem ou à Ponta d’Areia ou ao Ponto Cem Reis, o passageiro não pode pagar mais caro do que do Centro do Rio a um subúrbio da Zona Oeste.
Roberto Salles promete fazer a UFF "voltar a figurar no topo das universidades brasileiras" O…
Carol Reis expõe no livro relato emocionante sobre o impacto emocional e as barreiras vencidas…
A juíza Priscilla Corrêa possui vasta experiência na área do Direito Previdenciário / Foto: Divulgação…
Comte Bittencourt: "O partido retorna à normalidade democrática" A disputa pelo comando do partido Cidadania…
Salvador Borges trouxe de São Fidélis uma simpatia cativante e se tornou em Niterói um…
Jerônimo, o imbatível chefe de sucos e sanduíches premiados e hors concours servidos em Niterói…