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Restaurantes reabrem cheios de dúvidas sobre protocolo sanitário de Niterói

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Os donos de restaurantes e lanchonetes estão autorizados a abrir a partir da próxima segunda feira (13/07), mas com um nó de dúvidas na cabeça acham que a Prefeitura deveria distribuir   uma cartilha explicando melhor as medidas preventivas a serem adotadas.

Dentre as providências, o uso de máscaras (só tirando na hora de comer e beber), passar álcool nas mãos na entrada e na saída, bem como medir a temperatura e fornecer luvas descartáveis para os clientes que solicitarem, ja são de conhecimento público.

Os comerciantes querem saber, por exemplo, o que são barreiras entre mesas e como deverão feitas a higienização de cada cadeira e mesa.

E o pagamento das despesas com cartão ou dinheiro continuará sendo no caixa ou deverá ser feito agora nas mesas para evitar fila e aglomeração?

Tem restaurantes de Icaraí com varandas e os que usam as calçadas com mesas e cadeiras. As varandas seriam consideradas espaço do restaurante ou também estariam proibidas como as calçadas com mesas. Comerciantes acreditavam que esses espaços arejados poderiam ser usados para servirem refeições com menor risco de contaminação.

A preocupação maior é de quem está estabelecido no Centro, onde o espaço das lojas é menor. Com o distanciamento de 2 metros entre as mesas, vai ter restaurante que vai ficar somente com 30% da capacidade anterior.

Outro problema é que o freguês do Centro tem pouco tempo para o almoço. Com o self service proibido, vão ter que se adaptar ao prato feito, apelidado de executivo.

A prefeitura do Rio está permitindo o self service com o bufê protegido por vidro e um atendente servindo no prato o que o cliente escolhe.

Só o tempo para as coisas se adaptarem melhor. Por isso, espera-se que os fiscais municipais ajam mais orientando do que multando os comerciantes. Estes, apesar do caixa baixo tem mantido empregos e pagam impostos e aluguéis com sacrifício, para que a cidade continue tocando o barco, como dizia o saudoso amigo Ricardo Boechat.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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