O Movimento Fórum da TransOceânica, organizador do evento, ressalta que “a população não teve oportunidade de conhecer o projeto ”porque as audiências públicas realizadas pela Prefeitura de Niterói “foram mal divulgadas”. Ressalta, ainda, ser “duvidoso” o planejamento dessa obra cujo “impacto negativo é vivido diariamente pelos moradores da Região Oceânica no trânsito e no comércio, e alguns temem pela desapropriação de suas casas”.
Durante a semana, o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, colocou dezenas de moças vestidas com camisas com a logomarca de seu governo distribuindo folhetos na Região Oceânica. Os panfletos louvavam a obra que a população nunca pediu nem entende para que sirva senão para tornar o seu dia-a-dia ainda mais complicado pela falta de uma mobilidade urbana real.
Dentre os pontos negativos, o Fórum da TransOceânica aponta o problema que causarão à mobilidade da região os ônibus municipais que terão o tráfego interrompido no corredor viário toda vez que algum deles à frente parar em uma das estações; pedestres terão que andar cerca de meio quilômetro para acessar as estações ao longo da Estrada Francisco da Cruz Nunes, e a significativa redução dos retornos para veículos prejudicará também a locomoção no bairro.
E mais: as ciclovias estão distantes das vias de comércio; a Avenida Sete está fora do projeto, embora integre a operação da Transoceânica, deixando de sofrer a exigência de Estudos de Impacto de Vizinhança para seu entorno; e as vias secundárias serão severamente impactadas com o aumento do tráfego.
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