Sete meses pagando aluguel com verba do Sistema Único de Saúde (SUS), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) começou a pintar a fachada do prédio da Alameda São Boaventura 144 (foto), limpando as pichações e o grafite que cobriam as paredes. Dentro do prédio, nesta segunda-feira (11-01) as salas continuavam vazias e serviam de estacionamento para uma motocicleta. Ali, onde já funcionou um comitê eleitoral do ex-secretário de Saúde Chico D’Ângelo (PT), a prefeitura diz que vai instalar uma base provisória do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Provisório é um adjetivo que, segundo o mestre Aurélio Buarque de Holanda, significa “transitório; de pouca duração; passageiro, efêmero, temporário”. Faltam cinco meses para vencer o contrato que custa R$ 300 mil ao município (R$ 25 mil por mês) e o Samu ainda não ocupou o prédio. Cerca de R$ 135 mil já foram pagos pela FMS a Alfredo e H. Simon Patrimonial Ltda. O prédio está fechado desde junho (quando foi alugado), porque “se encontra em obras de adaptação”, diz o subsecretário de Saúde, Gustavo Rodrigues. Ele justifica a demora na utilização do prédio pelo Samu acrescentando que “há normas técnicas de instalações prediais a serem observadas neste tipo de instalação quando utilizadas por serviços de saúde”.
Rodeado pelas partes, o desembargador Alexandre Scisinio faz a inspeção judicial no local do litígio,…
Paulo Sá com alguns dos internos da ACAPE no lar instalado há 23 anos em…
Eduardo Perin diz que, "com poucos cliques, qualquer pessoa consegue controlar suas finanças" Para quem…
Roberto Salles promete fazer a UFF "voltar a figurar no topo das universidades brasileiras" O…
Carol Reis expõe no livro relato emocionante sobre o impacto emocional e as barreiras vencidas…
A juíza Priscilla Corrêa possui vasta experiência na área do Direito Previdenciário / Foto: Divulgação…