Sem apoio da prefeitura de Niterói, a ong Viver Bem, que monitora por conta própria a cidade com mais de 200 câmeras de segurança, está transferindo parte de seus equipamentos para São Gonçalo. Felipe Reis, diretor da organização, diz ter disponíveis para levar para o município vizinho cem câmeras que a Viver Bem já desligou em Niterói. Aguarda somente a autorização da prefeitura gonçalense para operar naquela cidade em conjunto com a Polícia Militar.
_ Nosso projeto é interligar o 12° Batalhão de Niterói com o 7° BPM de São Gonçalo através do nosso sistema de telefonia e de transmissão de dados. Assim, as imagens das câmeras vão agilizar mais as operações policiais – diz Felipe Reis.
O centro de monitoramento da Viver Bem tem ajudado seguradoras a recuperar veículos roubados nas duas cidades. Um delegado da Polícia Civil disse que já identificaram a atuação de quadrilhas nas RJs 101 e 104. Bandidos levam os carros roubados para pontos dessas duas estradas. A polícia está fazendo um levantamento para desarticular esses bandos, afirmou o delegado que pediu para não ser identificado.
Felipe acrescenta que a Viver Bem não vai entrar em áreas de risco, como o Salgueiro ou o Jardim Catarina, em São Gonçalo, onde na semana passada seis homens fortemente armados destruíram câmeras instaladas em residências. Segundo o coronel França, comandante do 7° BPM, a ordem teria partido do traficante conhecido como Schumaker, que está proibindo moradores de instalar esse equipamento.
No vídeo feito pela câmera de um morador, vê-se o bando de criminosos dando tiros nos equipamentos de segurança, destruindo um a um. O traficante havia proibido os moradores de registrarem imagens nas ruas do Jardim Catarina, onde também são frequentes os assaltos.
Em Niterói, o tão decantado Centro de Informações e Segurança Pública (Cisp) opera com apenas 49 das 300 câmeras prometidas pelo prefeito Rodrigo Neves. Foram gastos R$ 20 milhões para a construção do Cisp e contratada a empresa espanhola de tecnologia El Corte Inglés, mas como não foi instalada nenhuma rede de internet exclusiva, fizeram uma gambiarra pendurando a transmissão de dados das câmeras na rede da UFF, que tem outra finalidade e que já é dividida com as secretarias de Saúde e de Educação.
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