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Niteroiense fez volta massiva às ruas, mercados e calçadões no fim de semana

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Confinado em casa há mais de três meses, o niteroiense resolveu colocar os pés na rua, aproveitando os dias agradáveis e sol suave do veranico do começo do inverno neste fim de semana. O que se viu foi gente por todo o canto, formando aglomerações nos calçadões das praias de Icaraí, São Francisco e das Flechas.

A aglomeração se repetia em frente ao MAC, nos supermercados, na Rua Moreira Cesar e até na pontezinha que liga a Avenida Almirante Benjamim Sodré à igrejinha de Boa Viagem (foto). A ilha está interditada por causa de obras e pelo Covid-19, mas em seu acesso pessoas com ou sem máscaras, não respeitavam o distanciamento recomendado pelas autoridades médicas e de vigilância sanitária.

Nesta segunda-feira (22/06) começa a reabertura gradual em Niterói. O comércio de rua pode abrir as portas com restrições, funcionando das 12h às 20h. Caminhadas pelo calçadão de Icaraí têm horários fixos para idosos (das 10h30m às 12h30m) e para as demais pessoas das 6h às 10h30m e das 16h às 22 horas.

O Campo de São Bento, em Icaraí, o Parque Palmir Silva (Horto do Barreto) e o Horto do Fonseca poderão abrir das 10h às 20h30m, apenas para a prática de atividades individuais e caminhada. Os outros parques e praças da cidade continuam fechados. As praias da cidade e os quiosques da orla também permanecem fechados.

Pequenos e médios comércios varejistas de rua só poderão funcionar com 50% de capacidade do estabelecimento, das 12h às 20h. Os centros comerciais de rua da Região Oceânica e de Pendotiba também poderão abrir. Clubes estarão liberados para a prática de atividades físicas individuais e com restaurantes e bares fechados. Os templos religiosos também poderão abrir suas portas para atividade presencial com 25% de ocupação dos assentos e com a regra de distanciamento social.

Os lojistas não gostaram muito desse horário, porque depois das 18h, quando começa a escurecer, principalmente no Centro e nos bairros, todo mundo começa a se recolher por vários motivos, inclusive o de falta de segurança.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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