É falta de planejamento, de guardas, de esquema de mobilidade urbana. Tem ruas, como a Alvarez de Azevedo, Lopes Trovão, Pereira da Silva, Mariz e Barros, onde sequer o poder público faça algo de positivo pelo trânsito. A não ser autorizar cada vez mais a expansão do Niterói Rotativo, que na manhã desta quinta-feira ampliou seu negócio abocanhando mais um quarteirão da Rua Joaquim Távora, prejudicando moradores do tradicional Edifício Moema, que não tem garagem para todos os apartamentos.
Daqui a pouco, como os carros não vão conseguir andar mais, é bem provável que a Niterói Rotativo passe a cobrar pelo “estacionamento” no meio das pistas engarrafadas.
Aos 91 anos, Dom Alano segue distribuindo fé, bênçãos e solidariedade Ele é predestinado, dono…
Idosos participaram das passeatas de estudantes da UFF pelas ruas de Niterói Os estudantes da…
Um quarteto de excelência: Tatiana Cury, Marly Cury, Eliane Lewicki e Glaucia Lewicki Ela é…
O vice-presidente Geraldo Alckmin, ao lado de Comte Bittencourt e Rodrigo Neves, responde a perguntas…
A mostra reúne aquarelas de Beth Grieco, Beth Novaes, Camila Figueiredo e de Thaís Leal…
Douglas Ruas ao lado de Fernanda Louback, moradora do Ingá e vereadora em primeiro mandato,…