Rodrigo Cunha, neto do fundador, e seu sócio Assilio Rosa querem reabrir a casa dentro de quatro meses, sem nenhum luxo, mantendo as mesmas características de simplicidade que deixou saudades para quem provou o cardápio variado e gostoso da tradicional cozinha. As obras já começaram no antigo prédio que manteve o letreiro do restaurante até hoje, como a indicar que ele acabaria reabrindo, apesar da tentativa de alugar o imóvel que vinha sendo feita pelos proprietários.
Os saudosistas lembram do filé mignon a Monteiro, do namorado à moda da casa ou das iscas de fígado aceboladas e do rim com batata sautée salpicadas de salsinha. Tinha também no verão, o Peru à Califórnia ou, ainda pratos, como o leitão à moda e o filé a Oswaldo Aranha. A sobremesa era um pudim de leite imbatível, receita da vovó portuguesa.
Depois da febre de comida a quilo, todas com cardápio muito parecido, Niterói merece ter um restaurante diferenciado por uma comida saborosa e ao gosto do freguês. Tem público para isto.
O Monteiro foi um point político desde a velha província, frequentado por governadores como Amaral Peixoto, deputados e prefeitos de todos os municípios fluminenses, além da nata do empresariado niteroiense e de profissionais liberais que encontravam ali um ambiente agradável e descontraído.
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