Clóvis Abrahim Cavalcanti, presidente do Sindicato dos Médicos, diz que a categoria não é cobaia humana. “Ninguém pode nos impor para sermos testados com uma vacina para uma doença totalmente desconhecida. Já não basta os médicos estarem na linha de frente, correndo risco de vida, atendendo à população e assistindo a muitos de nós morrerem de Covid-19?, questiona o médico.
– Estamos preocupados, isto sim, com os médicos e profissionais de saúde do Hospital Oceânico (que cuida dos casos de coronavirus). Eles estão reclamando da falta de equipamentos de proteção (EPIs) e até de água potável. Além de seus contratos com a prefeitura e com organizações sociais serem temporários, sem qualquer garantia para os familiares em caso de morte, estão sem receber os salários – diz Clóvis Cavalcanti.
O presidente do Sindicato dos Médicos lembra que a questão de o profissional participar de testes de vacina depende da decisão de cada um.
A vacina é a CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, em Pequim. A testagem vai ser realizada numa parceria do laboratório com a Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Butantan.
— Não queremos que aconteça com o pessoal da saúde de Niterói o que está acontecendo com os do Rio, onde está todo mundo desesperado, pendurado no CTI financeiro, trabalhando e sem receber os dias trabalhados – conclui Clóvis Cavalcanti.
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