O que mais espanta é que quanto mais se aperta o cerco na capital, a bandidagem atravessa a baía por mar ou por terra para se abrigar onde haja pouca ou nenhuma polícia para lhe enfrentar.
Causa preocupação aos moradores de Niterói, que hoje já são vítimas da bandidagem migrada do Rio de Janeiro, o que poderá lhes acontecer durante as Olimpíadas. Os índices de violência sobem a cada dia na ex-capital fluminense, em grande parte pela migração de foras da lei que nela encontram facilidade de agir com o esvaziamento da polícia local.
Invariavelmente, as medidas anunciadas para combater a criminalidade são logo depois desativadas, como aconteceu com as chamadas Bases integradas da Polícia Militar e da Guarda Municipal, hoje com a maioria das cabines vazias.
Outra obra dispendiosa, o Centro Integrado de Segurança Pública, CISP, ia integrar todas as forças de segurança, a Guarda municipal, as polícias estadual e federal, além da Polícia Rodoviária Federal e até os Bombeiros. Até agora não se viu trabalho integrado. A PM com sua cavalaria foi deslocada de Campo Grande para patrulhar o bairro de São Francisco, em Niterói, quando já poderia ter sido reativado o batalhão do Fonseca para esta tropa.
O que não falta e há de sobra é muito discurso político, muito marketing eleitoral do prefeito ex-petista Rodrigo Neves e nenhuma ação efetiva pela segurança de Niterói. Nem a tal Base Integrada da PM e da Guarda Municipal instalada no Largo do Marrom, a poucos quarteirões da casa do prefeito, está funcionando.
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