O show de Temer, Moreira, Marun, Padilha e companhia, para variar, começou mal. Para preservar a cabeça do companheiro Pezão, do MDB, Temer, do MDB, fez uma intervenção esdrúxula, a la MDB.
Em vez de intervir no Estado do Rio criou uma meia sola com cara de ação entre amigos e optou apenas por ocupar uma parte, a segurança pública.
Salvou Pezão, amigo de fé, irmão camarada, cria política de Sergio Cabral, responsável número um pela guerra civil no Estado. O número dois é Pezão e o restante – Picciani e afins – está em cana. Uma intervenção federal decente degolaria todo mundo, a começar pelo governador.
Eleito duas vezes pelo PT para habitar o Palácio do Planalto, Temer fez uma intervenção militar estilo meia bomba, por sinal a sua cara. Eu ia escrever intervenção nas coxas, mas não é de bom tom.
A princípio iam substituir todos os comandantes dos batalhões da PM por oficiais do Exército, mas aí Pezão fez mimimi, e… mantiveram todo mundo.
Os generais da intervenção temerista passaram dias para saber quanto custa acabar com a indecência policial, repor equipamentos, viaturas, salários em dia, etc. Chegaram a cifra de R$ 3,2 bilhões.
No dia seguinte vimos na TV um Temer sorridente (deboche?) brincando com os repórteres quando perguntaram “quanto o senhor vai repassar para a intervenção no Rio?”. Ele respondeu, sempre rindo, “uns 800 milhões…”.
Os generais chegaram a R$ 3,2 bilhões e o presidente, rindo, fala em 800 milhões, que acabaram virando um bilhão. Um terço.
Aproveitando o vácuo, o banditismo avança na Região Metropolitana no Rio. Assaltos, tiroteios, assassinatos numa situação mais difícil ainda para a população pois estamos sob um comando híbrido. A integridade dos generais misturada ao lamaçal das polícias, a cara de pau de Pezão, o corajoso cinismo de Temer.
Enfim, quando os generais farão a tal intervenção?
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