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Fiéis fazem fila para assistir missas no dia da Imaculada Conceição, em Niterói

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O vai-e-vem de fiéis subindo e descendo a escadaria da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no centro de Niterói era pouco notado nesta quarta-feira (08/12), como ocorria antes da pandemia. Em vez de seguir a procissão, pelo segundo ano fora do programa da festa da Imaculada Conceição, fiéis formavam uma fila que partia do portão guardado por um membro da Irmandade e se estendia por um quarteirão.

É o segundo ano seguido que, por causa das restrições da Covid-19, o acesso à igreja é limitado. O tradicional bazar da Irmandade está restrito a umas poucas barracas instaladas no pátio. Na rua, ambulantes vendem flores, medalhinhas e fitas coloridas.

Somente 120 pessoas têm acesso a cada uma das missas programadas de duas em duas horas, das 6h às 18h. A das 18h será celebrada em honra ao Jubileu de 350 anos da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, completados em 17 de agosto último.

Em 1663, por iniciativa do devoto Affonso Corrêa de Pina, foi erguida uma pequena capela num sítio doado pelos herdeiros de Arariboia. Oito anos depois, a pequena ermida foi derrubada e em seu lugar construída a nova igreja.

Em 1850, por provisão do bispo do Rio de Janeiro D. Manoel do Monte Rodrigues de Araújo (Conde de Irajá), a Irmandade foi elevada com o título de Confraria de Nossa Senhora da Conceição da Imperial Cidade de Nictheroy, com direito a uso de hábito.

Com a elevação do Bispado de Niterói à Arcebispado, a Irmandade foi elevada com o título de Arquiconfraria de Nossa Senhora da Conceição de Niterói, em 24 de janeiro de 1964, por decreto assinado por D. Antonio de Almeida Morais Junior.

A festa da Imaculada Conceição, comemorada em 8 de dezembro, foi definida como uma festa universal em 28 de fevereiro de 1476 pelo Papa Sisto IV. A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de Dezembro de 1854.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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