O maior projeto de mobilidade urbana de Niterói, a Transoceânica que deverá ligar o Engenho do Mato, na Região Oceânica, a Charitas, na Zona Sul da cidade, é tocado por um consórcio formado por duas empresas envolvidas na Operação Lava Jato. São elas: a Constram, de Ricardo Pessoa, que hoje dirige a empresa usando uma tornozeleira na perna direita, depois de ter feito uma delação premiada; e a Carioca Engenharia, cujos diretores Ricardo Pernambuco e o filho Júnior disseram em acordo de delação firmado com a Procuradoria Geral da República, na Lava Jato, que depositaram propinas em cinco contas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, mantidas em bancos do exterior e até então desconhecidas das autoridades brasileiras.
O consórcio Constram-Carioca Engenharia Christiani-Nielsen é responsável pela construção dos 9,3 quilômetros da Transoceânica, incluindo o túnel Charitas-Cafubá e treze estações de embarque e desembarque de passageiros do novo serviço de transporte BHLS, a ser implantado.
O valor original do contrato assinado em 2013 é de R$ 310,9 milhões, sendo R$ 292,3 milhões financiados pela Caixa Econômica, os quais o município deverá pagar até 2037, com juros de 6% ao ano. O pagamento desse empréstimo será feito em 20 anos, mas com prazo de quatro anos de carência. Ou seja, o dinheiro somente começará a ser devolvido à Caixa em novembro de 2017. Nas fotos, os caminhões das empreiteiras no canteiro de obras em frente à Estrada do Engenho do Mato e em frente ao Quartel do Corpo de Bombeiros, em Itaipu.
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