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Egberto Gomes de Mendonça deixa legado na educação e no serviço público

Escrito por Gilson Monteiro às 09:50 do dia 23 de abril de 2026
Sobre: Figura querida
  • Egberto Gomes Mendonça
23abr
Egberto Gomes de Mendonça, uma generosidade e vocação para ajudar as pessoas

Uma vida inteira dedicada à administração pública, com atuação destacada na área da educação. Assim foi a trajetória de Egberto Gomes de Mendonça, figura conhecida e querida em Niterói, que faleceu aos 91 anos. Ele foi sepultado no Parque da Colina. A missa de 7º Dia será celebrada na próxima terça-feira, dia 28, às 18h, na Igreja de São Judas Tadeu, em Icaraí.

Natural de Rio Bonito, Egberto mudou-se ainda jovem para Niterói, onde cursou o ensino secundário com formação em contabilidade. Posteriormente, formou-se em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), concluindo o curso em 1961.

Após a graduação, ingressou no Governo do Estado do Rio de Janeiro, onde atuou como gestor do Plano Nacional de Educação no âmbito estadual. Em 1971, acumulou essa função com a diretoria executiva do CETRERJ – Centro de Treinamento de Professores, instituição que mais tarde foi incorporada à UERJ com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro.

Na sequência de sua carreira, exerceu o cargo de assessor especial da Secretaria de Educação, durante a gestão de Mirtes Wenzel, e posteriormente assumiu a função de diretor-geral do órgão estadual. Em 1983, passou a presidir a CODERTE – Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e de Terminais do Estado do Rio de Janeiro.

Entre 1988 e 1991, durante três anos, Egberto Mendonça atuou como subsecretário de Educação e Cultura, na gestão da secretária Fátima Cunha, contribuindo de forma decisiva para a área educacional do estado.

Reconhecido por sua inteligência, vasta experiência e espírito público, Egberto Gomes de Mendonça prestou relevantes serviços à causa pública, sendo também lembrado por sua generosidade e vocação para ajudar as pessoas. Ele deixa os filhos Flávio e Sylvia, além do neto Pedro.

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Gilson Monteiro
Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.
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