Mais uma vida perdida em acidente de trânsito na Região Oceânica de Niterói. Além de gastar milhões com a construção da Transoceânica, que até hoje não diz a que veio, a prefeitura descuida da sinalização e dá atenção ao trânsito somente com aplicação de multas e reboque de veículos. No sábado (20/08), uma menina de 10 anos morreu e sua mãe ficou gravemente ferida quando a motorista perdeu o controle do carro e colidiu violentamente contra uma árvore, depois de derrapar na curva da Praça do Cristo, na Avenida Acúrcio Torres, em Piratininga.
A menina teve uma parada cardiorrespiratória quando era atendida pelo Corpo de Bombeiros e a mãe, de 48 anos, que dirigia o carro, está internada na UTI do Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca. Populares encontraram um cachorrinho ganindo debaixo do banco do carro acidentado. O filhote ficou aos cuidados de uma clínica veterinária próxima.
Gonzalo Perez, presidente do Conselho Comunitário da Região Oceânica de Niterói (CCRON), diz já ter apontado o problema à Prefeitura de Niterói, mas está sem resposta. Diz que essa curva está muito mal projetada e tem algumas armadilhas para os motoristas, como um bueiro desnivelado do pavimento. Veículos que seguem em direção ao Tibau caem com uma das rodas no bueiro, e quando o tempo está chuvoso podem derrapar ao perder a estabilidade. Um pouco à frente de onde o carro bateu na árvore há um poste danificado por outro acidente.
Outra situação que provoca acidentes é a existência de ciclovias dos dois lados da Avenida Acúrcio Torres. Os separadores de concreto fazem com que os veículos aumentem o raio da curva para não passar com o pneu por cima deles. Assim, os veículos tendem a derrapar mesmo trafegando a 40 km/h, que é a velocidade permitida no local.
– Além disso, o trecho da Acúrcio Torres, onde ocorreu o acidente, é perigoso por ser em curva e ter inclinação contrária à curva. O poste quebrado é a marca de muitos outros acidentes, alguns resultando em morte – diz o presidente do CCRON.
Gonzalo Perez lembra que são frequentes acidentes com motociclistas nessa “curva da morte”. O local tem problemas estruturais que precisam ser corrigidos com urgência, principalmente depois que a pista de rolamento de veículos ficou com menos largura ao serem instaladas ciclovias nos dois sentidos da via. O CCRON tem reclamado há vários anos com a prefeitura cobrando uma solução. Lembra Gonzalo Perez que quando o atual prefeito Axel Grael era vice, prometeu a colocação de redutores de velocidade ao longo da Acúrcio Torres, mas nada foi feito. O CCRON reivindica, também, que o Corpo de Bombeiros passe a utilizar na Região Oceânica a moto-socorro e que a ambulância tenha um médico a postos, além dos socorristas.
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