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Covid-19: Idosos e imunossuprimidos terão dose de reforço a partir do dia 15

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A terceira dose da vacina contra a Covid-19 começará a ser aplicada a partir do dia 15 de setembro. O anúncio foi feito hoje (25/08) pelo Ministério da Saúde. A dose de reforço será para “todos os indivíduos imunossuprimidos, após 28 dias da segunda dose, e para pessoas acima de 70  anos, vacinadas há seis meses. O reforço vacinal será feito com a vacina da Pfizer, Janssen ou AstraZeneca, que ainda serão distribuídas pelo Ministério da Saúde aos Estados.

Na corrida política da vacina, o prefeito de Niterói, Axel Grael, antecipou a aplicação de doses de reforço em idosos a partir da próxima sexta-feira (27). Anunciou pela sua página no Facebook que vai utilizar a sobra de vacinas Coronavac, estocadas pela Secretaria Municipal de Saúde. Mas atenderá apenas 1.200 idosos que vivem em instituições de longa permanência. Para os demais 87 mil acima dos 70 anos, ainda será divulgado um calendário.

A aplicação de Coronavac como terceira dose não foi recomendada pelo Ministério da Saúde. A decisão pela aplicação do reforço vacinal foi tomada em conjunto na noite de ontem (24), em reunião da pasta com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass),o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) e a Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 (Cetai). O dia 15 de setembro foi marcado porque é o prazo estimado pelo Ministério para que todos os adultos já tenham tomado pelo menos a primeira dose contra a Covid no país.

O reforço da imunização é defendido por especialistas, preocupados com o aumento do número de infectados após a imunização com duas doses, como aconteceu com o ator Tarcisio Meira, que morreu este mês.

Com o avanço da variante Delta do coronavírus, alguns países já começaram a ministrar a dose de reforço. Alguns, como Israel, estão aplicando a dose de reforço em pessoas com mais de 50 anos; outros, como a Hungria, estão revacinando toda a população.

Gilberto Fontes

Repórter do cotidiano iniciou na Tribuna da Imprensa, depois atuou nos jornais O Dia, O Fluminense (onde foi chefe de reportagem e editor), Jornal do Brasil e O Globo (como editor da Rio e dos Jornais de Bairro). É autor do livro “50 anos de vida – Uma história de amor” (sobre a Pestalozzi), além de editar livros de outros autores da cidade.

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