O mercado imobiliário parece ter pressa em resolver a questão antes das eleições de outubro, talvez por não jogar todas as fichas na reeleição do prefeito ex-petista, hoje no PV.
Rodrigo Neves está cozinhando o galo, promovendo a revisão do Plano Diretor a partir de diagnósticos técnicos e de audiências públicas desde o ano passado com PUR de Pendotiba. O plano completo ainda deverá ser levado para debates e aprovação da Câmara de Vereadores para entrar em vigor.
Quando foi aprovado em 1992, pelo então prefeito João Sampaio, o Plano Diretor de Niterói previa sua revisão a cada dez anos. De lá para cá, porém, tem sofrido alguns remendos nas regiões em foi dividido: Centro-Praias da Baía, Norte, Oceânica e Pendotiba-Leste.
Para Bruno Serpa Pinto, o mercado imobiliário “perde a capacidade de investir na cidade” sem a revisão do Plano Diretor. E vaticinou em seu discurso de posse:
— Toda essa discussão pode fomentar ou travar o investimento na nossa cidade, além de manter o grau de empregabilidade. A desaceleração do mercado nos preocupa, porque gera desemprego e este gera a violência, então o nosso intuito é que nesses próximos meses tenhamos isso em pauta como um grande debate que vai servir para os próximos anos de Niterói — afirmou Bruno.
Foto/Douglas Macedo
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