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Com tarifas pela hora da morte até cemitério cobra estacionamento em Niterói

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Ao entrar no Parque da Colina, o motorista deve retirar um ticket para pagar pelo estacionamento na saída

Com a tarifa dos estacionamentos de Niterói pela hora da morte, agora até o Parque da Colina passou a cobrar dos motoristas que vão de carro àquele cemitério. Velar ali um ente querido pode custar até R$ 25 para quem pretender parar o veículo numa das aleias da necrópole.

A exploração do estacionamento foi entregue pelo Parque da Colina à Autopark. O sistema de cobrança é automatizado. O negócio causou estranheza e reclamação de usuários, já que, além de pagar R$ 35 mil por um jazigo bem localizado, mais uma taxa de manutenção anual de R$ 416,00, agora os parentes do falecido terão que desembolsar R$14,00 pelos primeiros 60 minutos, mais um adicional de R$ 7,00 pela hora excedente, até um total de R$ 25,00 pelo período de 12h.

Para quem vai de carro ao cemitério não há alternativa, já que o acesso é por uma avenida bastante movimentada e com estacionamento proibido. Por outro lado, se houvesse possibilidade de haver vagas na Estrada Francisco da Cruz Nunes, certamente ali já estariam os flanelinhas da Niterói Rotativo.

Desde fevereiro, em pleno carnaval, o prefeito de Niterói, Axel Grael, reajustou em 25% a tarifa das vagas de estacionamento rotativo nas ruas da cidade. Assim, parar o carro na terra de Arariboia é muito mais caro do que nas ruas da capital, Rio de Janeiro. Aqui o motorista paga R$ 5,00 por duas horas, mais do que o dobro pago pelo mesmo período nas vagas cariocas (R$ 2,00).

Ao estacionar em shoppings, hospitais e centros comerciais de Niterói o motorista se sujeita a tarifas que são verdadeira exploração. As maiores reclamações são contra o Plaza, onde quem vai ao shopping consumir na Praça da Alimentação, assistir um filme ou fazer compras, acaba pagando mais pelo estacionamento do que quanto gastou no ingresso do cinema ou no lanche.

Gilson Monteiro

Iniciou em A Tribuna, dirigiu a sucursal dos Diários Associados no Estado do Rio, atuou no jornal e na rádio Fluminense; e durante 22 anos assinou uma coluna no Globo Niterói. Segue seu trabalho agora na Coluna Niterói de Verdade, contando com a colaboração de um grupo de profissionais de imprensa que amam e defendem a cidade em que vivem.

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