Para muitos, ele era para mais do que um educador. Era um pai, um conselheiro, um amigo em quem os alunos confiavam e confessavam suas dificuldades, recebendo em troca sábios conselhos e orientações que lhes valem pelo resto da vida.
Irmão Amadeu se preocupava com os mínimos detalhes. Entregava pessoalmente os boletins aos que tiravam as melhores notas, gostava de descer ao pátio para bater papo com os alunos na hora do recreio.
Uma vez por semana sentia prazer em deixar sua mensagem sobre assuntos variados e terminava cantando com transmissão pelos alto-falantes da escola.
Outra prazer do Irmão Amadeu era ter as gavetas de sua mesa repletas de bombom para distribuir às crianças que iam visitá-lo em seu gabinete.
Quando chegou do Sul em Niterói para dirigir o Instituto Abel, que se instalava na Avenida Roberto Silveira, com seu carisma conseguiu a que o governo do estado doasse o terreno e recursos para as obras.
Graças ao dinamismo do Irmão Amadeu, os Lassalistas foram crescendo na cidade, comprando áreas, ampliando seu espaço, até chegarem ao complexo educacional que é hoje, cobrindo desde o ensino fundamental até o universitário. Tudo isso, se deve ao Irmão Amadeu.
Aquela figura de personalidade forte, mas doce, simpática, bondosa, amiga, meiga e de uma cultura invejável continua na memória e na saudade de todos os que tiveram o privilégio de sua convivência.
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